terça-feira, 13 de julho de 2010

Papel Higiênico.

Essa é para aqueles que ainda não se deram conta de que há toda uma ciência por trás da forma como se coloca o papel higiênico no banheiro. Leia e aprenda!

Vi no 9Gag.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Pergunte ao Paul.

Depois das vuvuzelas, Jabulanis, Micks Jaggers e Larissas Riquelmes, a mais nova atração da Copa do Mundo atende pelo nome de Paul, o Polvo Vidente.

A molusca e simpática criatura vive no Aquário Marinho de Oberhausen (Alemanha) e seu espantoso poder de premonição lhe rendeu cadeira cativa nos Trending Topics mundiais, bem como o status de estrela desta Copa do Mundo (já que nenhum jogador se dispôs a preencher os holofotes decentemente).

Entenda Pulpo Paul

Basicamente, colocam duas caixas com comida e marcadas - cada uma delas - com as bandeiras dos times do jogo, e a caixa que Paul escolher sinaliza o time vencedor. É isso.=P


Esse polvo é espanhol, hein?

Parece bobagem, certo? Mas o fato é que Pulpo Paul acertou todos os palpites acerca dos jogos da Alemanha nesta Copa (inclusive sua derrota para a Espanha), e tem mais de 80% de aproveitamento em palpites dos jogos do time alemão em outras competições.

É claro que tudo isso já é notícia velha, afinal, quem não conhece o Pulpo Paul, certo? Mas a grande novidade é que VOCÊ, caro leitor, agora pode fazer suas próprias consultas futurísticas com o molusco mais amado dos últimos tempos da última semana: chegou o PERGUNTA AL PULPO PAUL, um site onde você pode colocar duas opções sobre qualquer assunto e pedir que Pulpo Paul escolha. Eu já aproveitei pra solucionar uma das questões mais intrigantes de todos os tempos, e o resultado - como você pode conferir abaixo - foi surpreendente.

AVISO: A IMAGEM ABAIXO NÃO É ACONSELHADA PARA CARDÍACOS,
CRIANÇAS E GRÁVIDAS.



Para fazer sua própria consulta, basta clicar aqui.


Dica da Grazi Bianchi.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Brincando de Deus.

Cansado de sua vidinha de mero mortal? Não sabe onde gastar seu precioso tempo de recesso da Copa do Mundo? Seus problemas ACABARAM! Doodle God é um jogo de combinação de elementos onde você pode finalmente bancar Deus em toda sua plenitude da criação (sem aquela ladainha de Adão e Eva).

Você inicia o jogo com apenas quatro elementos básicos (terra, ar, fogo e água, sem o Capitão Planeta) e, através da mistura de dois deles (e da mistura da mistura, e assim por diante), vai criando de tudo (de bactérias a criaturas fantásticas), podendo chegar a 14 conjuntos de "elementos" e mais de 100 criações, bastando para isso usar a imaginação.

Para jogar Doodle God, basta clicar aqui.

Doodle God é mais um oferecimento do Twitter do Vermelhinho.=P

Estratégia:8 Habilidade: 1 Jogabilidade: 10 Visual/Som: 7 Vício: 9

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Wag vir die toernooi.

Como o título diz (em africâner, porque sou um cara culto e sei usar o Google Translate), o S666P vai dar uma pausa durante os jogos da Copa do Mundo (na verdade, eu já vinha com produção fraca, mas agora arrumei uma boa desculpa =P).

Após o Brasil se tornar hexa ou falhar miseravelmente, voltamos à nossa programação normal. ;-)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Sucesso é...


Simplesmente perfeito! =P

Recebi por e-mail, de autor desconhecido (deve ser o mesmo que escreve a maioria dos textos do Arnaldo Jabor na internet).

quarta-feira, 9 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

The Next Floor: Parando aliens na bala!

Depois de ficar trancado por quase meia hora em um elevador nesta madrugada, nada melhor do que superar o trauma jogando The Next Floor, joguinho foda da Armor Games onde você é um boneco de Atari com munição ilimitada, que deve defender o(s) elevador(es) de uma invasão alien que não descansará enquanto não chegar neles.

Se você chegar até aqui, considere-se um afortunado.



Sem noção? Certamente. Mas não menos divertido, viciante e sanguinolento. Sua missão é sobreviver os 15 dias de invasão, sendo que mais elevadores surgem para serem defendidos, enquanto aliens cada vez maiores aparecem para complicar as coisas. A medida que você destrói os bichos, vai ganhando money para comprar armas mais potrancas e fazer upgrades nas que já possui, transformando os tais elevadores em verdadeiras máquinas de guerra.

Dia 11? Só gente com nível Chuck Norris de fodismo chega lá.


Para atirar, basta clicar com o mouse, sendo que as armas dos elevadores atiram automaticamente. Para se mover, setinhas do teclado. O boneco não morre ao entrar em contato com os aliens, mas o jogo acaba quando a barra de energia dos elevadores ou a do poço irem pro espaço (e não se engane, isso é muuuuito fácil de acontecer).


Fuck Yeah!

Para jogar The Next Floor, basta clicar aqui.

Estratégia: 9 Habilidade: 5 Jogabilidade: 10 Visual/Som: 5 Vício: 10

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Uma paz que não é boa.

Sensacional. Emblemática. Destruidora de paradigmas. Não há palavras suficientes para descrever a reta final desta oitava e última temporada de 24, que teve seu cancelamento anunciado pela Fox há um mês, e terá seus últimos dois episódios veiculados nos States na próxima segunda-feira.

Previously...

Vimos que o ex-agente Jack Bauer (Kiefer Sutherland) foi sumariamente puxado de sua aposentadoria para deter uma série de atos terroristas que visavam acabar com o acordo de paz a ser firmado pelos EUA e a fictícia IRK (Islamic Republic of Kamistan), chefiada pelo bondoso Presidente Omar Hassan (Anil Kapoor). Com gente de seu próprio governo conspirando por sua morte, Hassan passou metade da temporada esquivando-se de toda sorte de atentados, sob a guarda incessante da CTU (Counter Terrorist Unit) e de Jack, que usou de sua vasta experiência muito mais para prevenir do que para remediar nestas primeiras 12 horas do dia, o que tornou tímida/lenta/quase parada a narrativa da série na maior parte desta 1ª parte (pré-anunciando uma despedida mediana, diria até melancólica, para o obstinado herói). Porém...

ALERTA DE SPOILER – ALERTA DE SPOILER – ALERTA DE SPOILER

Aproveitem o papo...enquanto podem.

Episódios 16 e 17 (7:00AM – 8:00AM/8:00AM – 9:00AM)...


Neste fatídico episódio 16, o impensável aconteceu: em um resgate tardio, Omar Hassan é morto pelos terroristas, assinalando a primeira vez – em 8 anos de série – que Jack Bauer falha em sua missão. Com a morte do líder árabe, o que parecia ser o fim do processo de paz ganha uma nova perspectiva com a ascensão de Dalia Hassan (Necar Zadegan), esposa do finado presidente islâmico, à liderança da IRK e, consequentemente, à frente da assinatura do tal tratado. Prestes a encerrar os trabalhos e voltar para casa, Jack novamente é arrastado aos acontecimentos pela troca de ameaças que já é tradicional na estrutura de 24: saem os terroristas árabes, entra Moscou. Temerosos de serem descobertos por uma pequena casualidade, o governo russo (verdadeiro responsável por trás dos acontecimentos do dia, uma vez que o tratado de paz vai de encontro aos seus interesses na região árabe) elimina Reneé Walker (Annie Wersching), colocando Jack em uma cruzada pessoal de vingança. E como desgraça pouca é bobagem...

De luto.

O presidente pródigo...


Com a desculpa oficial do governo russo de não querer assinar um tratado liderado por Dalia Hassan – uma líder ilegítima – entra em cena o único homem capaz de colocar Moscou de volta à mesa: o ex-presidente Charles Logan (o excelente Gregory Itzin), afastado do cenário político americano após as barbaridades da 5ª temporada. Como forma de “retornar ao jogo”, o eterno desafeto de Jack Bauer oferece seus serviços de “consultoria” para a Presidente americana Allison Taylor (Cherry Jones), já instável pelos acontecimentos do dia, guinando a trama para um caminho de dualidade nunca visto antes em 24. Ele traria os russos de volta às negociações de paz, mas por um preço beeeem alto...

Charles Logan manipuland...er, conversando com a Presidente Taylor.

O grande vilão...

Esqueçam Ben Linus, esqueçam o Canceroso, esqueçam Paul Millander, esqueçam The Trinity Killer. Com sua fala mansa e veneno em cada palavra que usa, Charles Logan consolida-se – nesta temporada – como o mais ardiloso vilão da TV de todos os tempos. Ele não apenas utiliza de chantagem e contatos para entrar de cabeça no tratado de paz, como também corrompe a maior defensora do processo: o momento em que Logan coloca as cartas na mesa para a Presidente Allison (até ali, o exemplo máximo de hombridade de toda a história de 24) e a intima a tomar uma decisão que lhe custaria a alma, temos a oportunidade rara – como espectadores – de ver um personagem sendo esmigalhado em seu interior. Itzin e Jones, dois gigantes em cena (vejo Golden Globe vindo aí), resgatando a profundidade das ações que pareciam ter se perdido no início da temporada, mas que retornaram, nas mãos desses dois atores/personagens e nas dos roteiristas (que parecem ter acordado com a corda toda), com maestria narrativa.

E embora Charles se consagre com sua vilania e tenha lavado suas mãos jogando a responsabilidade para cima de Taylor (em mais uma cena nada menos que memorável), engana-se quem pensa que ele é o grande vilão DESTA temporada. Assinado com o sangue de Omar, de Reneé e de outros tantos inocentes, e firmado sob a premissa do abafamento do envolvimento dos russos nos acontecimentos, o tratado de paz torna-se o maior vilão da oitava temporada de 24. As palavras do Secretário de Estado Ethan Kanin“Esta é uma paz que não é boa, Allison.” – ilustram isso da forma mais emblemática possível. Para manter o tratado ativo, Logan é capaz de tudo, e Allison terá de ser como ele. Só tem um pequeno problema...

Isso não vai ficar assim MESMO!

Jack Bauer contra o mundo...

Sendo o único disposto a tornar público o envolvimento do governo russo na morte de Omar Hassan, Jack se vê obrigado a fazer o que faz melhor: ir contra tudo e contra todos. Curiosamente, o ex-agente se vê vítima de seu provérbio predileto: os fins justificam os meios. Ao longo das oito temporadas de 24, Jack Bauer matou e torturou homens e mulheres para proteger seu país, e agora seu governo resolveu aderir ao mesmo lema para manter um tratado de paz que, supostamente, poupará milhões de vidas.

Pô, Chloe! Não faz assim, não...

E no último episódio...

O que foi uma sacada genial dos roteiristas da série serve agora como combustível para proezas e situações de cair o queixo nestas últimas horas do dia. Jack Bauer tornou-se o homem mais procurado da América, mas isso não o detém. Estripar interrogados é tarefa fácil (fica a dica: se for raptado, nunca engula seu chip de celular). Capturar ex-presidentes é como um passeio no parque (a cena na qual Jack aterroriza em um túnel para pegar Charles Logan – referência clara a filmes slashers como “Sexta-Feira 13” e “O Massacre da Serra Elétrica” – é absolutamente sensacional). Com um banho de sangue perpetrado por Jack, uma prova da conspiração russa nas mãos de uma jornalista perseguida pelo FBI, e Chloe O’Brian (Mary Lynn Rajskub) caçando o próprio amigo como diretora interina da CTU, 24 caminha para uma despedida a altura do maior seriado de ação de todos os tempos.

Quem viver, verá.