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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Old But Gold: Shakira Featuring Danzig.

Depois de quase 3 meses inativo, o S666P retorna para complementar o belíssimo post que o Sapão dedicou à colombiana tudibão Shakira (para ler o post, favor clicar aqui), trazendo a totalmente excelente parceria da cantora com a lenda do metal Danzig.

Com vocês, Hips Don't Lie.




Como diria o Tio Silvio: Bem bolado, bem bolado!


Feliz Natal, ho-ho-ho!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Isso sim é Body Count...

PAREM AS MÁQUINAS!

Esqueçam as listinhas de matança da franquia Rambo ou os Contadores de Homicídios de Pernambuco.

Segue abaixo, com honras, um estudo de
incontestável relevância e enbasamento e que realmente pode servir de parâmetros para as futuras gerações:

EIS OS BODY COUNTS DO ELENCO DE "OS MERCENÁRIOS"
EM TODOS OS SEUS FILMES.

Clique na imagem pra ficar maior, cabeção!

Só tenho uma coisa a dizer sobre isso: Lundgren é DEUS!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Esse é cabra homi!

Enquanto a galera xinga muito o Stallas no Twitter, rola pela net uma tabelinha comparativa entre os quatro filmes da franquia Rambo, onde podemos averiguar em números o quanto o veterano de guerra deixou de ser o acossado de Rambo - Programado para Matar para se tornar a máquina de triturar de Rambo IV (de onde tirei a foto acima). Ó a tabela.


Cortesia do Twitter do Jô.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Por Crom!

Após assistir ao hilário musical do Rambo 2 no Blog do Sapão e o mesmo mencionar sobre a existência de um similar com o Conan, fui atrás... e me deparei com uma das coisas mais geniais que já assisti no YouTube.

Sem mais delongas, com vocês "Crom!" - performed by "Arnold Schwarzenegger".



"...and hear the lamentations of their womeeeeeeeen!"
=P

terça-feira, 13 de julho de 2010

Papel Higiênico.

Essa é para aqueles que ainda não se deram conta de que há toda uma ciência por trás da forma como se coloca o papel higiênico no banheiro. Leia e aprenda!

Vi no 9Gag.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Pergunte ao Paul.

Depois das vuvuzelas, Jabulanis, Micks Jaggers e Larissas Riquelmes, a mais nova atração da Copa do Mundo atende pelo nome de Paul, o Polvo Vidente.

A molusca e simpática criatura vive no Aquário Marinho de Oberhausen (Alemanha) e seu espantoso poder de premonição lhe rendeu cadeira cativa nos Trending Topics mundiais, bem como o status de estrela desta Copa do Mundo (já que nenhum jogador se dispôs a preencher os holofotes decentemente).

Entenda Pulpo Paul

Basicamente, colocam duas caixas com comida e marcadas - cada uma delas - com as bandeiras dos times do jogo, e a caixa que Paul escolher sinaliza o time vencedor. É isso.=P


Esse polvo é espanhol, hein?

Parece bobagem, certo? Mas o fato é que Pulpo Paul acertou todos os palpites acerca dos jogos da Alemanha nesta Copa (inclusive sua derrota para a Espanha), e tem mais de 80% de aproveitamento em palpites dos jogos do time alemão em outras competições.

É claro que tudo isso já é notícia velha, afinal, quem não conhece o Pulpo Paul, certo? Mas a grande novidade é que VOCÊ, caro leitor, agora pode fazer suas próprias consultas futurísticas com o molusco mais amado dos últimos tempos da última semana: chegou o PERGUNTA AL PULPO PAUL, um site onde você pode colocar duas opções sobre qualquer assunto e pedir que Pulpo Paul escolha. Eu já aproveitei pra solucionar uma das questões mais intrigantes de todos os tempos, e o resultado - como você pode conferir abaixo - foi surpreendente.

AVISO: A IMAGEM ABAIXO NÃO É ACONSELHADA PARA CARDÍACOS,
CRIANÇAS E GRÁVIDAS.



Para fazer sua própria consulta, basta clicar aqui.


Dica da Grazi Bianchi.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Brincando de Deus.

Cansado de sua vidinha de mero mortal? Não sabe onde gastar seu precioso tempo de recesso da Copa do Mundo? Seus problemas ACABARAM! Doodle God é um jogo de combinação de elementos onde você pode finalmente bancar Deus em toda sua plenitude da criação (sem aquela ladainha de Adão e Eva).

Você inicia o jogo com apenas quatro elementos básicos (terra, ar, fogo e água, sem o Capitão Planeta) e, através da mistura de dois deles (e da mistura da mistura, e assim por diante), vai criando de tudo (de bactérias a criaturas fantásticas), podendo chegar a 14 conjuntos de "elementos" e mais de 100 criações, bastando para isso usar a imaginação.

Para jogar Doodle God, basta clicar aqui.

Doodle God é mais um oferecimento do Twitter do Vermelhinho.=P

Estratégia:8 Habilidade: 1 Jogabilidade: 10 Visual/Som: 7 Vício: 9

quarta-feira, 9 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

The Next Floor: Parando aliens na bala!

Depois de ficar trancado por quase meia hora em um elevador nesta madrugada, nada melhor do que superar o trauma jogando The Next Floor, joguinho foda da Armor Games onde você é um boneco de Atari com munição ilimitada, que deve defender o(s) elevador(es) de uma invasão alien que não descansará enquanto não chegar neles.

Se você chegar até aqui, considere-se um afortunado.



Sem noção? Certamente. Mas não menos divertido, viciante e sanguinolento. Sua missão é sobreviver os 15 dias de invasão, sendo que mais elevadores surgem para serem defendidos, enquanto aliens cada vez maiores aparecem para complicar as coisas. A medida que você destrói os bichos, vai ganhando money para comprar armas mais potrancas e fazer upgrades nas que já possui, transformando os tais elevadores em verdadeiras máquinas de guerra.

Dia 11? Só gente com nível Chuck Norris de fodismo chega lá.


Para atirar, basta clicar com o mouse, sendo que as armas dos elevadores atiram automaticamente. Para se mover, setinhas do teclado. O boneco não morre ao entrar em contato com os aliens, mas o jogo acaba quando a barra de energia dos elevadores ou a do poço irem pro espaço (e não se engane, isso é muuuuito fácil de acontecer).


Fuck Yeah!

Para jogar The Next Floor, basta clicar aqui.

Estratégia: 9 Habilidade: 5 Jogabilidade: 10 Visual/Som: 5 Vício: 10

sábado, 1 de maio de 2010

Quando Lost se perdeu?

AVISO DE SPOILER! AVISO DE SPOILER! AVISO DE SPOILER!

Nesta semana, um artigo online da Folha de São Paulo deixou os fãs de Lost e os fóruns sobre o programa em polvorosa. No referido texto, dois jornalistas enumeraram uma série de questões e mistérios que, segundo eles, o seriado ainda não havia respondido ao espectador que acompanha o show criado por J.J. Abrams em seus seis anos de existência, e que ficariam ainda mais difíceis de serem sanados, uma vez que o seriado está para acabar neste mês.

Para quem assiste assiduamente a Lost, ficou claro a falta de esclarecimento e conhecimento do assunto dos profissionais do jornal, que listaram algumas perguntas até pertinentes, outras que a atração só há de revelar no último episódio ("o que é a ilha?", por exemplo), e muitas outras – a maioria das questões, na verdade – que já foram respondidas ao longo dos 116 episódios já exibidos. O texto pouco balizado, mas com a alcunha de ser veiculado no melhor jornal do Brasil, atraiu a atenção (e a fúria) de sites brasileiros especializados na série e em seriados em geral: uns se limitaram a responder os tais mistérios levantados pela Folha com certa ironia (Dude, We Are Lost!), outros também fizeram o tira-teima, mas soaram prepotentes e até ofensivos (LiGado em Série), e outros se mantiveram na defesa da essência do seriado, na defesa da manutenção do mistério e do direito dos roteiristas e produtores de Lost em mantê-los (Lost In Lost).

Ora, por mais que o Bruno Carvalho tenha um conhecimento absurdo sobre seriados, ou que eu me identifique mais com os ideais levantados pelo texto do Carlos Alexandre, vamos combinar que Lost não é uma das série mais populares de todos os tempos por atingir meia dúzia de gatos pingados: é um entretenimento de massa, e massa quer dizer povo, e povo, estatisticamente falando, não gosta de ficar no escuro.

Isso, claro, explica o grande motivo para o descontentamento viral com Lost (o acúmulo de mistérios), mas engana-se quem acredita que foi aí que Lost se perdeu, tampouco quando apelaram para viagens no tempo (e não há melhor recurso narrativo para encher lingüiça do que esse), nem quando mataram o melhor personagem da série e colocaram uma cruza de belzebu com fumaça de escapamento em seu lugar (apenas para não descartar o excelente ator Terry O’Quinn). Acreditem ou não, Lost se perdeu quando resolveu começar a elucidar seus mistérios.

Depois de duas (excelentes) temporadas inteiras despejando as perguntas mais escabrosas nas cabeças dos espectadores (como, por exemplo, o enigma da escotilha e seu botão do fim do mundo), veio a fatídica 3ª temporada, centrando sua narrativa microscópica nos “Outros”. E qual a nossa surpresa quando descobrimos que aquelas pessoas misteriosas que se moviam como ninjas e se vestiam de peles e sacos de arroz enquanto seqüestravam crianças eram apenas e simplesmente “pessoas”, como eu, como você, como o Joaquim da padaria, e que em nada lembravam o malvado Ethan, cuja super força e resistência mostrados na 1ª temporada o faziam puxar um adulto ribanceira acima com apenas um braço (e ninguém sabe como ele fazia aquilo).

Foi exatamente aí, tentando dar vida e rosto aos Outros, que os roteiristas de Lost se viram em uma cilada: entregaram uma de suas mais valiosas cartas (“quem são os ‘Outros’?”) cedo demais. Ora se esse não era um dos principais mistérios de toda a série até aquele momento (quase tão primordial quanto “o que é a ilha?”) e olha se esse mistério não estava ali, sendo explorado de dentro para fora sob os pontos de vista de Jack, Kate e Sawyer – os três prisioneiros dos pretensos “nativos”.

Nesta altura do campeonato, era até possível que Lost ainda estivesse seguindo um script, mas Ben Linus – o enigmático líder dos Outros – resolveu sobressair às linhas (essa é uma premissa normal em roteiros: bons personagens costumam fazer seus próprios caminhos) e engolir a trama da temporada inteira para si, afinal, a 3ª temporada era centrada na estadia dos três presos acima citados com os Outros, e o motivo de suas prisões era um só: a doença de Ben. Jack era o médico-cirurgião que iria curar o vilão. Kate era usada para controlar Jack, ao passo que Sawyer era usado para controlar Kate. Mas e a trama da ilha, como é que fica? A trama, depois de Ben Linus, resumiu-se a tentar explicar as coisas, tentando não pisar nos próprios cadarços.

São várias as vezes que se pode perceber a agulha da bússola dos roteiristas girando sem parar em pegadinhas que eles mesmos se aprontam. Num episódio, você “não iria querer conhecer o capitão” do cargueiro Kahana (o barco enviado por Charles Widmore para virar a ilha de cabeça para baixo), no outro, o Capitão Gault aparece e se mostra uma pessoa amável e até mesmo prestativa (pouco antes de levar um tiro – mais um dos muitos personagens de Lost que não serviu para nada). Na temporada das viagens no tempo (5ª), a série chega ao cúmulo de cometer um erro grotesco de linearidade e apontá-lo, como se tudo tivesse sido planejado desde sempre: Sayid havia acabado de dar um tiro em um Ben Linus de 12 anos de idade. Eis que no episódio seguinte, Hurley pergunta para Miles:

- “Se Sayid deu um tiro em Ben quando ele era pequeno, como é que o Ben não reconheceu Sayid quando o encontrou pela primeira vez na escotilha?”


A “saída” para esta auto-cilada foi levar o garoto para ser curado pelos Outros da época, liderados por Richard Alpert, que antes de aceitar o moleque, avisou:

- “Vamos curá-lo, mas ele vai voltar diferente do que é, E NÃO VAI SE LEMBRAR DE NADA.”


Assim fica fácil, não?

O que mais incomoda não é nem algumas discrepâncias espalhadas pelo seriado (toda boa obra tem gosto de queijo de vez em quando), ou como Lost quase virou uma série exclusivamente de ficção científica (e eu adoro ficção científica, mas vamos combinar que não é o espírito do programa), e sim como grandes mistérios de uma série que é (ou deveria ser) sobre mistérios têm se elucidado de forma decepcionante e, impressionantemente, com o aval dos fãs mais exacerbados de Lost. Certamente, é mais uma reação emocional do que qualquer outra coisa, mas como aceitar passivamente que a seqüência de números mais emblemática da cultura pop é apenas uma referência randônica a nomes em uma lista (poderia ser um 97 no lugar do 42 que não faria a menor diferença)? Como pensar que é uma ótima idéia dizer que os sussurros que gelaram as espinhas dos sobreviventes do vôo 815 eram apenas almas penadas? Como aceitar que o grande vilão da 3ª temporada (e potencialmente do seriado todo) seja delegado a personagem de quinta categoria nesta última temporada? Como vislumbrar a remota insinuação de que a ilha possa ser o gargalo do inferno? Será que o senso crítico dos viciados em Lost anda tão avariado a ponto de não perceberem que essas artimanhas narrativas são saídas fáceis? Que tal forma chula de solucionar dúvidas é leviana? Que é muito feio da parte dos Srs. Lindelof e Cuse (responsáveis atuais pela série) elevar as expectativas de um público que segue a ilha há seis anos para, então, darem sorvete seco como prêmio de consolação?

Eu acompanho Lost, e gosto da série pelo que ela representa como entretenimento, pelo que ela inovou como seriado. Espero ávido pelos quatro últimos episódios, mas confesso – salvo algo muito bombástico ocorra nesta reta final – que tenho saudades dos tempos do Lostzilla.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Para atores e atrizes de Porto Alegre e região...

A produtora independente Arquivo Morto está recrutando atores e atrizes de Porto Alegre e região para seu mais novo curta-metragem de suspense/terror, a ser filmado nos fins de semana de julho/2010. Com maior parte do elenco e equipe já definidos, estaremos fazendo teste de elenco no início de maio para os seguintes papéis:

CARLOS - Homem entre 25 e 30 anos. Boa pinta, perfil atlético. Deve saber dirigir.
JOSUÉ - Homem entre 22 e 28 anos. Rosto jovial e porte mais franzino. Deve saber dirigir.
BELA - Mulher entre 22 e 30. Atraente. Magra.

O teste de elenco será no dia 01/05 (próximo sábado), às 10hs, em Porto Alegre. Devido ao caráter de filmagem de guerrilha, não haverá cachê. Os(as) interessados(as) em mais detalhes (sobre papéis, história e endereço do teste) podem enviar um e-mail para:

Édnei => edpedroso@gmail.com
Filipe => filipeferreirapoa@gmail.com
Cláudia => claudiadrb@gmail.com

Quem quiser conferir alguns dos nossos trabalhos, pode acessar o blog da Arquivo Morto (
www.arquivomortobrasil.blogspot.com).

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Resumo de House.

Para quem sempre ouve falar, mas nunca assistiu ao seriado House M.D.:

Pronto! Agora você é um PhD na série.

(Chupinhado do excelente Furfles Tiras).

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Churrasco do Sapão.

Depois de apresentar o jogo que deixou o Sapão com calo nos dedos, segue abaixo um guia de cortes de carne para meu amigo anfíbio planejar aquele churras do jeitinho que ele gosta: com uma pitada de magia.
A defesa encerra.=P

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Combate Bíblico.

Para entrar no clima da Semana Santa, nada melhor do que quebrar umas cabeças bem conhecidas em Biblie Fight, joguinho de luta divertidíssimo da Adult Swim, onde Noé é um marinheiro bombadão e a Virgem Maria pode te dar uma surra com o Menino Jesus no colo.

Você pode escolher um dos seis personagens bíblicos acima e tentar executar os golpes especiais mais mirabolantes para derrotar seu adversário. Embora a jogabilidade e o nível de dificuldade sejam fodas, o jogo é muito bem bolado, os cenários são ótimos, os tais golpes são hilários (pelamordedeus, Moisés faz choves sapos em seus inimigos) e o chefão final é suuuuuurpresa.

Altamente recomendado para aqueles que não acreditam que a Terra tem 6 mil anos de idade.

Para jogar Bible Fight, basta clicar aqui.

Estratégia: 8 Habilidade: 9 Jogabilidade: 2 Visual/Som: 9 Vício: 8

sexta-feira, 26 de março de 2010

Alfabeto Nerd.

Você, jovem pai nerd, que ainda não sabe como vai ensinar o alfabeto para seu filhote (Ultra do MDM, cof, cof...), ou que ainda não sabe ler - fique tranquilo - pois SEUS PROBLEMAS ACABARAM!

O ilustrador Neil Cameron criou este excelente ALFABETO NERD, que vai (doutrinar seu filho no sagrado caminho nerd, cof, cof) transformar este desafio do aprendizado em uma divertida brincadeira. Confira abaixo:



























Para conhecer um pouco mais do trabalho de Cameron (o ilustrador, não o rei do mundo), basta clicar aqui.