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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Como trollar o aumento da passagem de ônibus em Porto Alegre.


Tutorial simples e eficaz para protestar contra a passagem de ônibus em Porto Alegre e fazer as empresas de transporte coletivo repensarem o absurdo do aumento da passagem para R$2,70 (ATENÇÃO: funciona somente com quem paga sua passagem em DINHEIRO).

Você precisará de:


1º - Uma nota de R$50,00;


2º - Força de vontade;



Instruções:

1º - Pague sua passagem com uma nota de R$50,00;

2º - Pegue o troco (de cabeça erguida) e faça sua viagem;

3º - Junte R$2,70 ao troco que você recebeu do cobrador;


4º - Ao descer do ônibus, procure o primeiro estabelecimento comercial (lanchonetes são ótimas para isso) e troque o montante por uma nota de R$50,00 novinha em folha, e prontinha para ser usada na próxima viagem;


5º - Repita esta operação sempre que possível;

6º - Espalhe esta informação para seus amigos desmotorizados que, assim como você e eu, estão cansados de serem assaltados em plena luz do dia por quem deveria somente nos transportar.

Para entender: a Lei do Troco (6.075/88) diz que o cliente não fica obrigado ao pagamento da passagem quando não lhe for fornecido o troco devido, desde que o valor dado em pagamento não exceda a 20 (vinte) vezes o preço da tarifa (neste caso, 20 x R$2,70 = 54,00). Antes desse aumento, a tarifa de R$2,45 (que já não era das mais em conta) não possibilitava esta estratégia.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Papel Higiênico.

Essa é para aqueles que ainda não se deram conta de que há toda uma ciência por trás da forma como se coloca o papel higiênico no banheiro. Leia e aprenda!

Vi no 9Gag.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Sucesso é...


Simplesmente perfeito! =P

Recebi por e-mail, de autor desconhecido (deve ser o mesmo que escreve a maioria dos textos do Arnaldo Jabor na internet).

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Como explicar as orelhas pontudas do seu amigo em 1930.

"- Meu amigo é obviamente chinês. Vejo que deve ter notado as orelhas e elas são realmente fáceis de explicar. O infeliz acidente que teve quando criança: ele prendeu sua cabeça numa máquina... colhedora de arroz. Mas, felizmente, tinha um missionário americano vivendo por perto que na realidade era um...ah...hábil cirurgião plástico na vida civil."

Capitão James T. Kirk

Star Trek - The Original Series - Episódio 1x28 - The City on the Edge of Forever

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Dicas do Fauno.

Que O Labirinto do Fauno é um filme belíssimo, todos concordam. O que os poucos viventes que ainda não assistiram a película do diretor Guillermo Del Toro não sabem...

ALERTA DE SPOILER – ALERTA DE SPOILER – ALERTA DE SPOILER

...é que quase todo mundo morre no final (e de formas bem feias de se ver).

Pensando nisso, este blog traz DEZ dicas quentíssimas de sobrevivência para o personagem que quiser passar ileso pelo banho de sangue que é O Labirinto do Fauno.

1 – Não cace coelhos perto de um posto militar em meio à Guerra Civil Espanhola. Seu nariz agradece.

2 – Se o fauno lhe der uma missão e apenas um toco de giz para executá-la (e não uma metralhadora), mande ele enfiar ambos em um lugar onde o sol não bate.

3 – Se você estiver infiltrado em um posto militar e quiser roubar mantimentos de um depósito trancado por um cadeado, não use a chave para abrir o tal cadeado, e sim um pé-de-cabra. Desta forma, não desconfiam de “trabalho interno”.

4 – Se encontrar uma batata mutante que mais parece um dente pré-histórico debaixo da sua cama, deixe-a lá (até porque, provavelmente, ela é fruto da sua imaginação).

5 – Nunca dê as costas para um prisioneiro com as mãos amarradas para frente (essa regra aplica-se a qualquer filme).

6 – Se o fauno lhe pedir sangue inocente, não precisa levar um tiro. Basta fazer um furinho na ponta do dedo com um canivete.

7 – Se você encontrar penicilina em uma clareira onde antes haviam fugitivos, desconfie do médico mais próximo.

8 – Se as fadas estiverem voando feito doidas e aparentarem estar sob efeito de drogas, fique alerta.

9 – Se você for gago, não seja capturado (isso vale para quem não é gago também, mas sendo gago, além de quebrarem todos os seus dedos, ainda irão zoar da sua gagueira, e isso não é legal).

10 – A dica mais importante de todas: se o fauno lhe disser para não comer nada, NÃO COMA!

Até ele bebe Coca-Cola. Sabe muito esse fauno.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Comunique-se.

Este post é pra VOCÊ, caro leitor espanhol, pernambucano, japonês, paranaense, panamenho, mineiro, americano, paulista, inglês, carioca, indiano, ou mesmo um conterrâneo gaúcho: o Sem Meias Palavras, antes tarde do que nunca, agora utiliza de avançados recursos para que seus 3 ou 4 leitores assíduos se comuniquem (em outras palavras, este pseudoblogueiro finalmente colocou um chatbox nessa tralha).

Usem do ChatBox e do Formspring (na coluna ao lado) para se comunicarem. Perguntem, opinem, metam o pau (ui). O que vale é interagir.=)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A Crise: para leigos.

Como todos sabem, há dois assuntos que estão perambulando pela cabeça de todo mundo. Um que a maioria não entende como aconteceu, outro que apareceu do nada nesta semana e está sendo combatido (que comentarei num outro texto). Como este blog não é só mais um rostinho bonito (MODO MEGALOMANÍACO ON – mas também um templo de idéias e sabedoria – MODO MEGALOMANÍACO OFF), analisemos os fatos que estão consumindo jornais e revistas, sites e programas, sonhos e pesadelos.

Começemos com a famigerada CRISE, que encabeça a parada como o assunto mais falado do ano. Mas afinal, como diabos começou a crise? Como também não tenho a mínima pretensão de tornar esse texto chato e pedante além do necessário (mas sim de fazer você entender a crise), abordarei o assunto na linguagem de leigos como eu (quem quiser uma explicação mais pomposa e científica, basta acessar o Google).

Sendo rápido e rasteiro, essa coisa toda começou no mercado imobiliário americano, que vinha instigando o pessoal a ter sua casa própria ao American Way (ou seja, de qualquer jeito) e empreendia facilidades de pagamento à longo prazo e sem nenhuma garantia (reza a lenda que o fulano não precisava sequer comprovar renda para adquirir um imóvel). Para pegar logo a grana das vendas (sem ter de esperar os compradores pagarem as parcelas), as financeiras que avalizavam estes negócios abriram títulos no mercado, baseados na promessa de pagamento das parcelas da casa própria. Graças as altas taxas de juros (que indicavam ser este um negócio bem rentável), estes títulos foram comprados por corretoras de investimentos, que repassavam esses mesmos títulos para investidores no mundo todo, na forma de propostas de investimento (entenda, estamos falando de negociações muito altas aqui, um mercado de centenas de bilhões de dólares).

Esta prática dos negócios na base de títulos estava (suposta e ilusoriamente) indo muito bem até que o Governo Americano, num retorno de crescimento econômico, resolveu elevar ainda mais as taxas de juros, fazendo o primeiro americano médio (algum mecânico de automóveis qualquer do Alabama que tinha adquirido sua casinha de dois pisos) parar de pagar suas parcelas. Quatro, doze, centenas, milhares e, finalmente, milhões de pessoas pararam de pagar as exorbitantes parcelas da casa própria americana. Se lembrarem do que foi dito até aqui, toda a movimentação e investimentos financeiros eram embasados em títulos, e esses títulos eram embasados no quê mesmo? Nos pagamentos das parcelas. Esta bola de neve quebrou financeiras, depois corretoras, depois investidores, e toda essa patota resolveu pedir ajuda aos bancos, que afundaram junto (e os bancos, não se enganem, é uma das últimas linhas de defesa da economia capitalista, afinal, se eles não têm grana, quem terá então?).

Mas por que algo que começou nos Estados Unidos nos atinge? Porque, com a globalização (e a interdependência das economias, onde um país vale o que compra/vende do/para o outro), a economia se quebra num efeito dominó e atinge todo mundo, alguns países mais (como o Japão, por exemplo), outros menos (como o Brasil), mas todos levam nas costas.

Como isso pode nos prejudicar? De todas as formas imaginadas (com exceção da sexual, a não ser que seu estímulo venha de negociações na bolsa). Basta dizer que a maior parte dessas empresas que fizeram os investimentos dos tais títulos são as mesmas que nos fornecem energia, alimentação, combustível, lazer, saúde, e todas as outras coisas que nosso dinheiro compra (direta, ou indiretamente). Quando não é dessa forma, é na forma da bolsa de valores e do mercado de câmbio, que determina o valor de nossas moedas e, consequentemente, os preços de tudo que consumimos. Como as empresas onde trabalhamos também compram coisas cujos valores são determinados da mesma forma, quando a crise se instala, elas cortam gastos da pior forma possível: cortando pessoal.

Curiosamente, os bancos, financeiras e todas essas entidades prejudicadas estão pedindo auxílio dos Governos para resolver a crise (e, por tabela, suas próprias traquinagens), invocando um dos principais conceitos da economia socialista: a intervenção estatal. Tenho certeza absoluta que muita gente da antiga esquerda achou que não viveria para ver o capitalismo fazendo isso.

Resumindo, a analogia que todo mundo está fazendo com aquele jogo dos anos 50 é real: estamos na crise porque os Estados Unidos estavam brincando de Banco Imobiliário, com títulos no lugar do dinheiro de mentirinha, mas com estragos bem reais.

quinta-feira, 23 de abril de 2009