segunda-feira, 17 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Quando Lost se perdeu?
Nesta semana, um artigo online da Folha de São Paulo deixou os fãs de Lost e os fóruns sobre o programa em polvorosa. No referido texto, dois jornalistas enumeraram uma série de questões e mistérios que, segundo eles, o seriado ainda não havia respondido ao espectador que acompanha o show criado por J.J. Abrams em seus seis anos de existência, e que ficariam ainda mais difíceis de serem sanados, uma vez que o seriado está para acabar neste mês.
Para quem assiste assiduamente a Lost, ficou claro a falta de esclarecimento e conhecimento do assunto dos profissionais do jornal, que listaram algumas perguntas até pertinentes, outras que a atração só há de revelar no último episódio ("o que é a ilha?", por exemplo), e muitas outras – a maioria das questões, na verdade – que já foram respondidas ao longo dos 116 episódios já exibidos. O texto pouco balizado, mas com a alcunha de ser veiculado no melhor jornal do Brasil, atraiu a atenção (e a fúria) de sites brasileiros especializados na série e em seriados em geral: uns se limitaram a responder os tais mistérios levantados pela Folha com certa ironia (Dude, We Are Lost!), outros também fizeram o tira-teima, mas soaram prepotentes e até ofensivos (LiGado em Série), e outros se mantiveram na defesa da essência do seriado, na defesa da manutenção do mistério e do direito dos roteiristas e produtores de Lost em mantê-los (Lost In Lost).
Ora, por mais que o Bruno Carvalho tenha um conhecimento absurdo sobre seriados, ou que eu me identifique mais com os ideais levantados pelo texto do Carlos Alexandre, vamos combinar que Lost não é uma das série mais populares de todos os tempos por atingir meia dúzia de gatos pingados: é um entretenimento de massa, e massa quer dizer povo, e povo, estatisticamente falando, não gosta de ficar no escuro.
Isso, claro, explica o grande motivo para o descontentamento viral com Lost (o acúmulo de mistérios), mas engana-se quem acredita que foi aí que Lost se perdeu, tampouco quando apelaram para viagens no tempo (e não há melhor recurso narrativo para encher lingüiça do que esse), nem quando mataram o melhor personagem da série e colocaram uma cruza de belzebu com fumaça de escapamento em seu lugar (apenas para não descartar o excelente ator Terry O’Quinn). Acreditem ou não, Lost se perdeu quando resolveu começar a elucidar seus mistérios.
Depois de duas (excelentes) temporadas inteiras despejando as perguntas mais escabrosas nas cabeças dos espectadores (como, por exemplo, o enigma da escotilha e seu botão do fim do mundo), veio a fatídica 3ª temporada, centrando sua narrativa microscópica nos “Outros”. E qual a nossa surpresa quando descobrimos que aquelas pessoas misteriosas que se moviam como ninjas e se vestiam de peles e sacos de arroz enquanto seqüestravam crianças eram apenas e simplesmente “pessoas”, como eu, como você, como o Joaquim da padaria, e que em nada lembravam o malvado Ethan, cuja super força e resistência mostrados na 1ª temporada o faziam puxar um adulto ribanceira acima com apenas um braço (e ninguém sabe como ele fazia aquilo).
Foi exatamente aí, tentando dar vida e rosto aos Outros, que os roteiristas de Lost se viram em uma cilada: entregaram uma de suas mais valiosas cartas (“quem são os ‘Outros’?”) cedo demais. Ora se esse não era um dos principais mistérios de toda a série até aquele momento (quase tão primordial quanto “o que é a ilha?”) e olha se esse mistério não estava ali, sendo explorado de dentro para fora sob os pontos de vista de Jack, Kate e Sawyer – os três prisioneiros dos pretensos “nativos”.
Nesta altura do campeonato, era até possível que Lost ainda estivesse seguindo um script, mas Ben Linus – o enigmático líder dos Outros – resolveu sobressair às linhas (essa é uma premissa normal em roteiros: bons personagens costumam fazer seus próprios caminhos) e engolir a trama da temporada inteira para si, afinal, a 3ª temporada era centrada na estadia dos três presos acima citados com os Outros, e o motivo de suas prisões era um só: a doença de Ben. Jack era o médico-cirurgião que iria curar o vilão. Kate era usada para controlar Jack, ao passo que Sawyer era usado para controlar Kate. Mas e a trama da ilha, como é que fica? A trama, depois de Ben Linus, resumiu-se a tentar explicar as coisas, tentando não pisar nos próprios cadarços.
São várias as vezes que se pode perceber a agulha da bússola dos roteiristas girando sem parar em pegadinhas que eles mesmos se aprontam. Num episódio, você “não iria querer conhecer o capitão” do cargueiro Kahana (o barco enviado por Charles Widmore para virar a ilha de cabeça para baixo), no outro, o Capitão Gault aparece e se mostra uma pessoa amável e até mesmo prestativa (pouco antes de levar um tiro – mais um dos muitos personagens de Lost que não serviu para nada). Na temporada das viagens no tempo (5ª), a série chega ao cúmulo de cometer um erro grotesco de linearidade e apontá-lo, como se tudo tivesse sido planejado desde sempre: Sayid havia acabado de dar um tiro em um Ben Linus de 12 anos de idade. Eis que no episódio seguinte, Hurley pergunta para Miles:
- “Se Sayid deu um tiro em Ben quando ele era pequeno, como é que o Ben não reconheceu Sayid quando o encontrou pela primeira vez na escotilha?”
A “saída” para esta auto-cilada foi levar o garoto para ser curado pelos Outros da época, liderados por Richard Alpert, que antes de aceitar o moleque, avisou:
- “Vamos curá-lo, mas ele vai voltar diferente do que é, E NÃO VAI SE LEMBRAR DE NADA.”
Assim fica fácil, não?
O que mais incomoda não é nem algumas discrepâncias espalhadas pelo seriado (toda boa obra tem gosto de queijo de vez em quando), ou como Lost quase virou uma série exclusivamente de ficção científica (e eu adoro ficção científica, mas vamos combinar que não é o espírito do programa), e sim como grandes mistérios de uma série que é (ou deveria ser) sobre mistérios têm se elucidado de forma decepcionante e, impressionantemente, com o aval dos fãs mais exacerbados de Lost. Certamente, é mais uma reação emocional do que qualquer outra coisa, mas como aceitar passivamente que a seqüência de números mais emblemática da cultura pop é apenas uma referência randônica a nomes em uma lista (poderia ser um 97 no lugar do 42 que não faria a menor diferença)? Como pensar que é uma ótima idéia dizer que os sussurros que gelaram as espinhas dos sobreviventes do vôo 815 eram apenas almas penadas? Como aceitar que o grande vilão da 3ª temporada (e potencialmente do seriado todo) seja delegado a personagem de quinta categoria nesta última temporada? Como vislumbrar a remota insinuação de que a ilha possa ser o gargalo do inferno? Será que o senso crítico dos viciados em Lost anda tão avariado a ponto de não perceberem que essas artimanhas narrativas são saídas fáceis? Que tal forma chula de solucionar dúvidas é leviana? Que é muito feio da parte dos Srs. Lindelof e Cuse (responsáveis atuais pela série) elevar as expectativas de um público que segue a ilha há seis anos para, então, darem sorvete seco como prêmio de consolação?
Para quem assiste assiduamente a Lost, ficou claro a falta de esclarecimento e conhecimento do assunto dos profissionais do jornal, que listaram algumas perguntas até pertinentes, outras que a atração só há de revelar no último episódio ("o que é a ilha?", por exemplo), e muitas outras – a maioria das questões, na verdade – que já foram respondidas ao longo dos 116 episódios já exibidos. O texto pouco balizado, mas com a alcunha de ser veiculado no melhor jornal do Brasil, atraiu a atenção (e a fúria) de sites brasileiros especializados na série e em seriados em geral: uns se limitaram a responder os tais mistérios levantados pela Folha com certa ironia (Dude, We Are Lost!), outros também fizeram o tira-teima, mas soaram prepotentes e até ofensivos (LiGado em Série), e outros se mantiveram na defesa da essência do seriado, na defesa da manutenção do mistério e do direito dos roteiristas e produtores de Lost em mantê-los (Lost In Lost).
Ora, por mais que o Bruno Carvalho tenha um conhecimento absurdo sobre seriados, ou que eu me identifique mais com os ideais levantados pelo texto do Carlos Alexandre, vamos combinar que Lost não é uma das série mais populares de todos os tempos por atingir meia dúzia de gatos pingados: é um entretenimento de massa, e massa quer dizer povo, e povo, estatisticamente falando, não gosta de ficar no escuro.
Isso, claro, explica o grande motivo para o descontentamento viral com Lost (o acúmulo de mistérios), mas engana-se quem acredita que foi aí que Lost se perdeu, tampouco quando apelaram para viagens no tempo (e não há melhor recurso narrativo para encher lingüiça do que esse), nem quando mataram o melhor personagem da série e colocaram uma cruza de belzebu com fumaça de escapamento em seu lugar (apenas para não descartar o excelente ator Terry O’Quinn). Acreditem ou não, Lost se perdeu quando resolveu começar a elucidar seus mistérios.
Depois de duas (excelentes) temporadas inteiras despejando as perguntas mais escabrosas nas cabeças dos espectadores (como, por exemplo, o enigma da escotilha e seu botão do fim do mundo), veio a fatídica 3ª temporada, centrando sua narrativa microscópica nos “Outros”. E qual a nossa surpresa quando descobrimos que aquelas pessoas misteriosas que se moviam como ninjas e se vestiam de peles e sacos de arroz enquanto seqüestravam crianças eram apenas e simplesmente “pessoas”, como eu, como você, como o Joaquim da padaria, e que em nada lembravam o malvado Ethan, cuja super força e resistência mostrados na 1ª temporada o faziam puxar um adulto ribanceira acima com apenas um braço (e ninguém sabe como ele fazia aquilo).
Foi exatamente aí, tentando dar vida e rosto aos Outros, que os roteiristas de Lost se viram em uma cilada: entregaram uma de suas mais valiosas cartas (“quem são os ‘Outros’?”) cedo demais. Ora se esse não era um dos principais mistérios de toda a série até aquele momento (quase tão primordial quanto “o que é a ilha?”) e olha se esse mistério não estava ali, sendo explorado de dentro para fora sob os pontos de vista de Jack, Kate e Sawyer – os três prisioneiros dos pretensos “nativos”.
Nesta altura do campeonato, era até possível que Lost ainda estivesse seguindo um script, mas Ben Linus – o enigmático líder dos Outros – resolveu sobressair às linhas (essa é uma premissa normal em roteiros: bons personagens costumam fazer seus próprios caminhos) e engolir a trama da temporada inteira para si, afinal, a 3ª temporada era centrada na estadia dos três presos acima citados com os Outros, e o motivo de suas prisões era um só: a doença de Ben. Jack era o médico-cirurgião que iria curar o vilão. Kate era usada para controlar Jack, ao passo que Sawyer era usado para controlar Kate. Mas e a trama da ilha, como é que fica? A trama, depois de Ben Linus, resumiu-se a tentar explicar as coisas, tentando não pisar nos próprios cadarços.
São várias as vezes que se pode perceber a agulha da bússola dos roteiristas girando sem parar em pegadinhas que eles mesmos se aprontam. Num episódio, você “não iria querer conhecer o capitão” do cargueiro Kahana (o barco enviado por Charles Widmore para virar a ilha de cabeça para baixo), no outro, o Capitão Gault aparece e se mostra uma pessoa amável e até mesmo prestativa (pouco antes de levar um tiro – mais um dos muitos personagens de Lost que não serviu para nada). Na temporada das viagens no tempo (5ª), a série chega ao cúmulo de cometer um erro grotesco de linearidade e apontá-lo, como se tudo tivesse sido planejado desde sempre: Sayid havia acabado de dar um tiro em um Ben Linus de 12 anos de idade. Eis que no episódio seguinte, Hurley pergunta para Miles: - “Se Sayid deu um tiro em Ben quando ele era pequeno, como é que o Ben não reconheceu Sayid quando o encontrou pela primeira vez na escotilha?”
A “saída” para esta auto-cilada foi levar o garoto para ser curado pelos Outros da época, liderados por Richard Alpert, que antes de aceitar o moleque, avisou:
- “Vamos curá-lo, mas ele vai voltar diferente do que é, E NÃO VAI SE LEMBRAR DE NADA.”
Assim fica fácil, não?
O que mais incomoda não é nem algumas discrepâncias espalhadas pelo seriado (toda boa obra tem gosto de queijo de vez em quando), ou como Lost quase virou uma série exclusivamente de ficção científica (e eu adoro ficção científica, mas vamos combinar que não é o espírito do programa), e sim como grandes mistérios de uma série que é (ou deveria ser) sobre mistérios têm se elucidado de forma decepcionante e, impressionantemente, com o aval dos fãs mais exacerbados de Lost. Certamente, é mais uma reação emocional do que qualquer outra coisa, mas como aceitar passivamente que a seqüência de números mais emblemática da cultura pop é apenas uma referência randônica a nomes em uma lista (poderia ser um 97 no lugar do 42 que não faria a menor diferença)? Como pensar que é uma ótima idéia dizer que os sussurros que gelaram as espinhas dos sobreviventes do vôo 815 eram apenas almas penadas? Como aceitar que o grande vilão da 3ª temporada (e potencialmente do seriado todo) seja delegado a personagem de quinta categoria nesta última temporada? Como vislumbrar a remota insinuação de que a ilha possa ser o gargalo do inferno? Será que o senso crítico dos viciados em Lost anda tão avariado a ponto de não perceberem que essas artimanhas narrativas são saídas fáceis? Que tal forma chula de solucionar dúvidas é leviana? Que é muito feio da parte dos Srs. Lindelof e Cuse (responsáveis atuais pela série) elevar as expectativas de um público que segue a ilha há seis anos para, então, darem sorvete seco como prêmio de consolação?quarta-feira, 28 de abril de 2010
Para atores e atrizes de Porto Alegre e região...
A produtora independente Arquivo Morto está recrutando atores e atrizes de Porto Alegre e região para seu mais novo curta-metragem de suspense/terror, a ser filmado nos fins de semana de julho/2010. Com maior parte do elenco e equipe já definidos, estaremos fazendo teste de elenco no início de maio para os seguintes papéis:CARLOS - Homem entre 25 e 30 anos. Boa pinta, perfil atlético. Deve saber dirigir.
JOSUÉ - Homem entre 22 e 28 anos. Rosto jovial e porte mais franzino. Deve saber dirigir.
BELA - Mulher entre 22 e 30. Atraente. Magra.
O teste de elenco será no dia 01/05 (próximo sábado), às 10hs, em Porto Alegre. Devido ao caráter de filmagem de guerrilha, não haverá cachê. Os(as) interessados(as) em mais detalhes (sobre papéis, história e endereço do teste) podem enviar um e-mail para:
Édnei => edpedroso@gmail.com
Filipe => filipeferreirapoa@gmail.com
Cláudia => claudiadrb@gmail.com
Quem quiser conferir alguns dos nossos trabalhos, pode acessar o blog da Arquivo Morto (www.arquivomortobrasil.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Matem Todos!
Para quem acompanha, é impossível não estremecer só de ler o título do Season Finale de Spartacus: Blood and Sand, a mais nova série produzida por Sam Raimi e Robert Tapert (responsáveis pelas séries Hércules, Xena – A Princesa Guerreira, entre outras), que resolveram sair dos contos de fadas para contar uma história de gente grande, regada a conspirações, sexo e extrema violência (como toda boa história sobre o Império Romano deve ser).
É a história de Spartacus (Andy Whitfield), o soldado trácio que, após desertar do exército romano, acaba preso e tem sua esposa arrancada de seus braços ao ser vendida como escrava para um viajante sírio. Condenado a morte na arena de Cápua pelas mãos de quatro gladiadores em um mero entretenimento, o trácio resolve contrariar as expectativas e eviscerar seus agressores, chamando a atenção de Quintus Lentulus Batiatus (John Hannah), um ardiloso lanista que vê em Spartacus uma possibilidade de ganhar algum dinheiro e salvar o seu ludus (escola de gladiadores), que está a beira da falência.
Embora tudo que disse até aqui pareça interessante e aconteça já no primeiro episódio da série, há de se admitir que o programa teve uma estréia morna, de direção e narração quase apáticas, onde a estética do seriado (que se apoia no filme 300 e faz excelente uso deste artifício, algo que explicarei mais adiante), naquele primeiro momento, não possuía razão de existir. Os roteiros de Steven S. DeKnight (o criador da série) para os primeiros dois episódios foram tão incertos que a crítica se dividiu entre os que consideravam Spartacus: Blood and Sand uma insossa salada digital com muitos palavrões sem propósito e putaria gratuita (era o Império Romano, pelamordedeus), e os que acreditavam que o programa tinha potencial e que os produtores sabiam o que estavam fazendo (meio que “guardando o ouro” para contar uma história coesa, sem atropelos).
Acertei ao estar no segundo grupo, pois do 4º episódio em diante os roteiristas (Miranda Kwon e Brent Fletcher, guardem esses nomes) ligaram o “foda-se” e entregaram tramas absurdamente espetaculares, não poupando esforços (nem a vida de personagens importantes) para engendrar um crescente de expectativa (não há um único episódio depois de The Thing in the Pit que não tenha um game changer genial ou um cliffhanger de gelar a espinha) que culminaria com o apoteótico, fora de escala, arrebatador e fodástico Kill Them All, o 13º (e último) episódio da 1º temporada de Spartacus: Blood and Sand, que foi ao ar nos States na sexta-feira passada.
Além dos roteiros bárbaros, é nítida a evolução do casting de diretores, que começaram a ousar e a apresentar combates de arena realmente adrenalíticos (algo que faltou na calmaria da direção de Rick Jacobson nos episódios iniciais). O uso do recurso fotográfico de 300 finalmente atingiu sua finalidade ao mostrar a brutalidade exacerbada da arena de forma um pouco mais amena, menos visceral, evitando assim uma queda ao gore (apenas Spielberg consegue mostrar – com maquiagem – tripas saindo de alguém sem parecer trash, e o diretor de E.T. não está na série), e que as motivações dos personagens se perdessem num banho de catchup, mas sem deixar os duelos menos eletrizantes.
Houve uma melhora estrondosa também nas atuações: até atores inicialmente mais inexpressivos como Manu Bennett (Crixus, o gaulês), Peter Mensah (Doctore), ou mesmo o protagonista Whitfield, conseguem libertar-se das amarras da truculência e entregar atuações comoventes (e convincentes). Lucy Lawless (a eterna Xena, desta vez ruiva) como Lucretia – a esposa do lanista – está mais venenosa do que nunca, e até o arroz John Hannah (que era o alívio-cômico-zero-à-esquerda-pé-no-saco-e-irmão de Rachel Weisz em A Múmia) consegue passar a ambição e arrogância romanas de Batiatus com competência.
A redenção chegou também para DeKnight (o responsável por muitos infelizes abandonarem o jogo nos primeiros minutos do primeiro tempo) que, curiosamente, assina o roteiro deste último episódio, se redimindo de um início de série inerte com um Season Finale que te deixa ansioso(a) através de flashbacks e pistas intrincadas que te levam a questionar qualquer certeza que seu conhecimento de história romana possa sinalizar, te deixando atordoado na poltrona por quase meia hora, até que alguém grita “Kill Them All!” e você não acredita no que vê.sexta-feira, 16 de abril de 2010
Churrasco do Sapão.
Depois de apresentar o jogo que deixou o Sapão com calo nos dedos, segue abaixo um guia de cortes de carne para meu amigo anfíbio planejar aquele churras do jeitinho que ele gosta: com uma pitada de magia.
A defesa encerra.=P
segunda-feira, 12 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Povo de Greenville...
Por motivos de força maior (prioridades, cof, cof...), não poderei atualizar o S666P durante as próximas duas semanas.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Combate Bíblico.
Para jogar Bible Fight, basta clicar aqui.
Estratégia: 8 Habilidade: 9 Jogabilidade: 2 Visual/Som: 9 Vício: 8
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