quarta-feira, 20 de maio de 2009

Prison Break: do Triunfo ao Desastre.

Estava pensando se iria escrever algo sobre o seriado Prison Break aqui no blog. Era uma série que eu achava bacana, mas que vinha se mostrando irregular, principalmente, depois da famosa greve dos roteiristas, entre 2007 e 2008. Tudo levava a crer que o cancelamento estava a caminho, até que a confirmação veio quando a Fox anunciou, no final do ano passado, que esta 4ª temporada seria também a última. Então estava eu convicto de que iria escrever algo sobre a série se o Season Finale fosse bombástico, ou muito inovador...até que baixei, nesta segunda-feira passada, os dois últimos episódios. Assisti, pensei, e acabei ficando na obrigação de registrar a minha impressão sobre o programa.

AVISO, EM LETRAS GARRAFAIS, QUE O TEXTO CONTÉM SPOILERS A PARTIR DAQUI.

Como muitos seriados (mas não todos) que acompanho atualmente, comecei a assistir a saga de Michael Scofield no ano passado - este, por intermédio de uma indicação da minha prima seriadomaníaca (certamente, mais do que eu). Foi uma boa indicação, juro. Para tentar provar isso, vou fazer um apanhado sobre a história de Michael e sua lida para libertar seu único irmão da Penitenciária Fox River através da mais ousada fuga já registrada.

Prison Break tinha uma história simples. A premissa, basicamente, era a da pena de morte de Lincoln Burrows por um crime que não cometeu, e o plano de seu irmão (o já mencionado Michael), para tirá-lo da cadeia antes da data de execução. Mas, como tamm já comentado, não se tratava de uma fuga qualquer: Scofield era um brilhante e bem sucedido engenheiro, dotado de alto QI, especialista em estruturas e, por pura coincidência, a empresa onde trabalhava foi a construtora de Fox River.

Dotado das plantas do lugar (escondidas em uma gigantesca tatuagem que cobria boa parte do seu corpo), Michael resolve que tirará seu irmão condenado da prisão, mas pelo lado DE DENTRO. O cabra assalta um banco à mão armada, se rende e, claro, pega 5 anos de prisão...em Fox River. É o início do que seria uma temporada impecável.

Prison Break virou sucesso de público e crítica. O mirabolante plano de Scofield não só trouxe altas doses de adrenalina nos espectadores, como cativou, episódio por episódio, uma grande fatia do público. Era óbvio que o plano de Michael não sairia como planejado, afinal, ele contava com o auxílio de outros presos; e pessoas, todos sabem, são imprevisíveis. Do lado de fora da penitenciária, uma advogada (amiga dos irmãos) investiga os fatos que levaram à prisão de Lincoln, até que se descobre que uma poderosa “Companhia” foi a responsável pela armação, e não descansará enquanto Burrows não seja tostado na cadeira elétrica.

Como todo bom drama penitenciário, há o carcereiro filho da puta, o psicopata, o velho prisioneiro sábio, o mafioso, o consegue-tudo, o trombadinha, o troglodita (que, neste caso, é o próprio Burrows) e Michael Scofield: um bom moço no meio de tudo isso, colocando sua massa cinzenta para funcionar enquanto a panela esquenta absurdamente. A receita é velha, mas funcionou com Prison Break de um jeito que conquistou fãs no mundo todo, através de episódios com situações críticas e personagens envolventes. Admito que até eu roía as unhas durante a 1ª temporada, que terminou, é claro, com a famigerada fuga dos Oito de Fox River.

E era pra ser só dois fugitivos...

Mas quem eram esses cabras, afinal?

MICHAEL SCOFIELD (Wentworth Miller) – Personagem principal da série. Meticuloso e brilhante, Michael aliou seu ousado plano a sua cara de bom moço (combinando com seu aspecto de guri burguês) que enganava muita gente da penitenciária (como o Diretor Pope, e a Dra. Sara, por exemplo). Com engenhosidade e muita sorte, conseguiu tirar o irmão de Fox River, mas acabou levando anexos.


LINCOLN BURROWS (Dominic Purcell) – O motivo da bagaça. Grande e “burro” (Hã? Entenderam o trocadilho? Hein?), Lincoln conseguiu ser incriminado por assassinatos que não cometeu umas 3 vezes durante a série. Seu ponto fraco (fora a atuação duvidosa de Purcell) era L.J., seu filho, também conhecido como “o garoto-refém”.


THEODORE “T-BAG” BAGWELL (Robert Knepper) – Com uma singela história de família (fruto do estupro da irmã com Sindrome de Down pelo próprio pai alcoólatra), T-Bag era o pior elemento de Fox River. Estuprador, assassino e líder da Gangue Ariana da penitenciária, não podia ver um buraco andando que já tinha pensamentos libidinosos. Este aspecto de constante perigo fez de Bagwell um ótimo personagem, até perder a mão esquerda no final da 1ª temporada (e, junto com ela, o mojo).


JOHN ABRUZZI (Peter Stormare) – Um dos Capos da Máfia de Chicago, Abruzzi era o instável responsável pela IP (Indústria da Prisão). Em um excelente momento da trama, arrancou três dedos dode Michael com uma tesoura de jardinagem (ah, bons tempos de 1ª temporada...). Também foi o primeiro dos Oito a cair.


FERNANDO SUCRE (Amaury Nolasco) – Colega de cela de Michael e clone chicano de Sérgio Mallandro, Sucre tinha seus motivos românticos para fugir de Fox River (a famigerada Marisol, que depois de trocentos episódios – juro – já dava vontade de matá-la). Infelizmente (para nós), o personagem era fraco e seu drama pessoal estava longe de convencer. Fernando só não era mais bucha que...


BENJAMIN “C-NOTE” FRANKLIN (Rockmond Dunbar) – Ex-militar e pai de família, ele era o cara que conseguia qualquer coisa para os internos de Fox River (costume que, na verdade, o colocou lá). Pode parecer implicância, mas toda vez que C-Note aparecia, dava vontade de desligar a tela. Ele era MUITO irritante, quebrava o “status quo” da cooperação mútua que a fuga exigia (em outras palavras, pensava apenas nele – como todos ali – mas era o único que transparecia isso) e não agregava absolutamente nada à trama.


DAVID "TWEENER" APOLSKIS (Lane Garrison) – O mais novo dos Oito. Tweener era um batedor habilidoso que entrou em Fox River na segunda metade da 1ª temporada. Embora não fosse tão importante na trama, Apolskis serviu para mostrar as verdadeiras intenções do agente do FBI encarregado da captura dos condenados, na 2ª temporada.


CHARLES "HAYWIRE" PATOSHIK (Silas Weir Mitchell) – Embora quase todos os novos camaradas de Michael fossem sociopatas, Haywire era o único que tinha laudo médico para comprovar isso. Charles habitava a ala psiquiátrica de Fox River, até ser realocado para a cela de Michael por uns tempos, e acabar virando uma das peças-chave para a fuga. Ele dava medo, mas era divertido.

Devido a aceitação estrondosa da série, a Fox se viu na obrigação de emendar uma nova temporada, desta vez, abordando a caçada humana desses fugitivos. Embora a idéia também fosse velha, e mesmo assim empolgante, a 2ª temporada pode ser considerada o começo do fim para a qualidade de Prison Break. Não que seja uma temporada ruim: a adesão de William Fichtner como o corrupto agente do FBI Alexander Mahone, trouxe um adversário respeitável para a engenhosidade de Scofield e seus asseclas, que escorregam das garras da polícia e do agora ex-carcereiro Bred Bellick (Wade Willians, ótimo), que resolve virar caçador de recompensas e tem motivos de sobra para erradicar os 8FR. Foi realmente uma ótima temporada (principalmente quando os integrantes dos Oito começaram a bater as botas), mas começou a ter problemas em larga escala quando o assunto era a maldita Companhia.

Mahone: um dos meus personagens prediletos.

A entidade que criou todo esse furdunço, ao meu entender, foi a grande responsável pelos rombos de roteiro e pela desgraça que assolou Prison Break, fazendo a série perder o brilho da totalmente excelente 1ª temporada, numa linha decrescente de qualidade. Com verdadeiros ataques de esquizofrenia, os roteiristas não decidiam quais eram os planos da Companhia e de seu principal agente: Paul Kellerman infernizou a vida dos nossos heróis por toda a história e, no final da 2ª temporada, acabou não só confessando todos os seus crimes, como entregando a Companhia e inocentando Lincoln e Sara Tancredi (a mesma Dra. Sara de Fox River, que era par romântico de Michael e uma das principais responsáveis pela fuga dos 8FR). C-Note, o mais água com açucar dos fugitivos, conseguiu um acordo com o FBI para entregar a cabeça de Mahone, que andava serelepando e matando os recapturados. Sucre saiu da trama para cuidar da filha recém nascida e de Marisol, ao passo que a Companhia (num plano mirabolantemente ruim) conseguiu prender o resto dos fugitivos (inclusive Mahone e Bellick, cuja única desculpa de terem sido presos junto com os outros era o fato de serem excelentes personagens) em uma prisão panamenha chamada Sona.

Uma galera do barulho, prestes a entrar em uma tremenda roubada...

Está certo: admito que o final da 2ª temporada prometia uma 3ª interessante, afinal, Sona era retratada como um verdadeiro inferno. Vi em um documentário que o criador da série se inspirou em Carandiru para criar a penitenciária: “uma prisão no Brasil onde os presos é quem ditam as regras”, segundo Paul Scheuring (mal sabe ele que todas as prisões aqui são assim, mas tudo bem). O fato é que a truculência de Sona, os novos e fracos personagens e a missão de Michael (sair de lá com James Whistler, um preso que continha informações valiosas para a Companhia) caíram como uma bomba na série. T-Bag, o mais ardiloso e odiado dos 8FR, mudou de personalidade e virou um humilde servo do líder negro Lechero (os roteiristas esqueceram completamente do fato de Bagwell ser uma bicha racista). Bellick estava abaixo do cu do cachorro, na rabeira de um sistema de castas da penitenciária que não foi sequer explicado. Burrows não servia para absolutamente nada. Sara morreu, mas só mostraram uma cabeça decepada (certamente os produtores tiveram problemas em usar a atriz Sarah Wayne Callies). E Michael só tinha a improvável ajuda de Mahone, o outrora responsável pela caçada que culminou com a morte do pai dos irmãos fugitivos.

Quando vier ao panamá, visite Sona.

Com a greve dos roteiristas no auge e a qualidade ruindo, a 3ª temporada encerrou seus trabalhos de modo abrupto e tosco, no seu 16º episódio (normalmente eram vinte e poucos episódios). Com um plano marca-diabo, Michael, Mahone e o tal Whistler conseguiram fugir de Sona. Bellick e T-Bag continuaram presos. Sucre, que voltou pra série
só pra ser encanado, também foi para Sona. Dessa forma desengonçada, os produtores encerram a 3ª temporada, que deveria ser a última MESMO...

Tchanan!

MAS...eis que resolvem arriscar a quarta e última temporada, numa desculpa esfarrapada de que a história havia sido planejada para quatro seasons desde o começo (ahã, me engana que eu gosto). Logo no primeiro episódio, Burrows (que compete ferrenhamente com C-Note para ser o personagens mais bucha de Prison Break) é preso. E lá vai Michael se entregar DE NOVO para livrar a cara do irmão DE NOVO. Desta vez, o dono da bola é Don Self, (o gorducho Michael Rapaport) um agente da Segurança Nacional que precisa das informações que Michael pode ter conseguido com Whistler (seu parceiro de fuga), a respeito de Scylla: um dispositivo ultra-super-plus-advanced que contém tudo o que de fato é importante para a Companhia (personificada na figura do Coronel Krantz, que já havia aparecido como o “bam-bam-bam” da Companhia na 2ª temporada). A obstinação do Coronel em proteger Scylla é o primeiro grande empecilho para Self, que monta um grupo para roubar o dispositivo. Entra em campo o Scylla Team: Michael, Lincoln, Mahone, Sara (que voltou dos mortos, afinal, não dava pra ver muito bem “de quem” era a tal cabeça decepada), Roland Glenn (um hacker asiático que não dura muito), Sucre e Bellick (que saíram de Sona pela porta da frente, logo após T-Bag meter fogo na penitenciária e Michael ter ficado puto da cara de não ter pensado nisso antes) são recrutados por Self, que promete conseguir perdão total para os membros do grupo, em troca de Scylla.

Scylla Team em ação.

Numa megalomania que só ficaria convincente no seriado 24, o tal dispositivo não somente tem todos os arquivos pessoais da Companhia, como possui projetos tecnológicos que poderiam, literalmente, mudar o mundo. Neste ponto, o que já estava ruim, ficou ainda pior. A missão de Michael agora não era mais fugir de algum lugar, e sim roubar Scylla de uma instalação de máxima segurança: antes, para entregar o treco à Don Self e finalmente sair livre; depois (quando Don revela ser um novo vilão), para não deixar Scylla nas mãos do General e salvar o mundo (curiosamente, este dispositivo sempre esteve nas mãos do General, e ele nunca o tinha usado antes para tal finalidade). O que era simples questão de sobrevivência (bons tempos em que a coisa toda era só resgatar um retardado condenado à morte), virou um jogo de guerra dos brabos, onde todo mundo quer botar as mãos no dispositivo.

Com trejeitos de Esquadrão Classe A e Missão Impossível, a série seguiu nas incoerências dos roteiristas (provavelmente estagiários). A saída para Mahone e os
irmãos trabalharem lado a lado numa boa foi das mais desleais: a Companhia mata o filho do ex-agente e todo mundo fica feliz. Michael descobre que tem uma doença que pode ser terminal se a Companhia não usar de seus especialistas para curá-lo. T-Bag tenta se tornar um cidadão de bem com uma identidade falsa (logo o T-Bag????). Bellick, que sempre foi uma puta pedra no sapato da galera, morre como herói. Sucre abandona o time (como se ainda não tivesse o rabo preso) e volta para sua família. A mãe dos irmãos também volta dos mortos (ressurreição é uma mania decorrente na série, como veremos uma vez mais).

Depois de uma longa pausa nas exibições (de dezembro de 2008, até o mês passado), a já gelada Prison Break prosseguiu no que seria o derradeiro circo de horrores da reta final. Além da correria acerca de Scylla e da destruição dos personagens que muita gente aprendeu a gostar (repito, principalmente pela incrível 1ª temporada), nossos heróis roteiristas resolveram despejar alguns elementos de novela das oito no seriado: Christina (Scofield's Mom) torna-se a principal vilã, Michael descobre que Lincoln não é seu irmão de sangue e, faltando 3 episódios para o encerramento da série, Sara faz um teste de gravidez...

"Michael, tenho uma coisa pra te contar..."

Para não dizer que sou espírito de porco, aguardei os últimos dois episódios com certa esperança de que alguma coisa dessa loucura toda se solucionasse de modo eficaz, ou mesmo meramente convincente. Baixei o treco e, como disse antes, me obriguei a dizer algo a respeito (daqui para frente, usarei o artifício dos pontos de interrogação para tentar ilustrar minha impressão a respeito desta Series Finale).

Lincoln passa os dois episódios inteiros sangrando...e não morre (?). Michael, um homem que não é de ação, escala um prédio (??) para salvar Sara de T-Bag. Mahone resgata Lincoln, mesmo que isso signifique uma bala na cabeça de sua esposa (???). Como trunfo na manga, o General ameaça matar Sofia (namoradinha que Burrows descolou no final da 3ª temporada e que não aparecia na trama desde lá), em vez de ameaçar L.J., que está em seu poder (????). C-Note volta do limbo com uma saída milagrosa para tudo (?????). Recruta Sucre (??????). E a solução milagrosa é...Kellerman (???????), que tinha aparentemente morrido no final de 2ª temporada e que, agora, trabalha para a ONU (????????).

Mas hein????

Fica ainda melhor: usando EXATAMENTE a mesma estratégia “Homem-Aranha” que Michael usou para invadir o QG do General, C-Note e Sucre entram no apê e salvam o dia (que diabo de General é esse que cai duas vezes no mesmo truque?). Michael leva um tiro no ombro e Sara (que é médica) manda ele ir entregar Scylla para a ONU, sem cuidar do ferimento (?????????).


Para fechar com chave de ouro, tudo termina com Michael, Lincoln, Sara, Sucre, Mahone e C-Note reunidos numa mesa, onde assinam a papelada do perdão.

- Mas e Pam? – Pergunta Mahone, sobre sua esposa, que estava sendo ameaçada pelo General.
- Ela está salva. – Responde Kellerman.

- E L.J.? – Pergunta Lincoln.
- Ele também está salvo. – Responde Kellerman, como se fosse um pastor de igreja.

Se Jesus não salvar, o Kellerman salva.

Tudo simples assim. Sem explicar porra nenhuma. As coisas simplesmente iam acontecendo e o público (no caso, EU) ia engolindo. Pouco antes da cena final (que foi a única coisa que salvou o episódio), o absurdo máximo se fez presente quando mostram o destino de cada um dos personagens depois de quatro anos, e descobrimos que Kellerman, o mesmo cara que assumiu dezenas de assassinatos publicamente na 2ª temporada, virou SENADOR (???????????????????????????????????????).


Com um final de episódio bucólico e triste, Prison Break partiu com aquele gosto desagradável de algo que poderia ser lembrado somente pelo excelente entretenimento proporcionado em sua arrancada. É o que eu chamo de Síndrome de Arquivo-X, onde os executivos forçam a barra de um programa bacana (porque ele se mostra rentável e fideliza o público) e o sugam até o mesmo ser lembrado apenas por seu péssimo desfecho.

Uma pena mesmo. Prison Break, para mim, só teve duas temporadas.

P.S: Em julho, a Fox lançará o DVD Prison Break - The Final Break, um filme Made For TV que será uma espécie de abordagem sobre o flash forward de quatro anos que o episódio final sofreu. Estou me sentindo como aqueles jogadores de poker que já perderam fortunas, mas pensam em ficar na mesa pra tentar recuperar qualquer migalha...

Maldita Fox.

74 comentários:

Aline C. disse...

Por incrível que possa parecer, concordo contigo. Acho que a série poderia ter terminado na segunda temporada, se não tivessem inventado a segunda prisão. Na verdade, a série inicialmente tinha sido programada para apenas duas temporadas mesmo. O sucesso subiu à cabeça.
Mas, como eu fiquei viciada em PB, segui até o fim e me senti uma idiota com os últimos dois episódios. Principalmente com a morte do cérebro de toda a história. Se bem que qualquer um teria o cérebro torrado após tanta doideira.
Enfim, vou acompanhar o DVD derradeiro - que deverá ser uma merda.
Mataram o McGywer do século 21 e agora querem recuperar os cacos.

Júlio disse...

Eu concordo absolutamente tudo com o que você falou.
Inclusive procurava alguém pra esse desabafo...como é que teve gente que gostou da 3 e 4ª temporadas??????

Édnei Pedroso disse...

Humanos são imprevisíveis, Júlio. Esta é a única explicação.=P

Abs.

Anônimo disse...

Quem é fã de verdade curtiu do mesmo jeito..se nao gostaram azar,procura outra serie..vao se ferrar!

Édnei Pedroso disse...

Já estamos procurando, até pq PB já acabou...e acabou mal.=P

Abs.

Anônimo disse...

eu concordo com essa pessoa anônima
Prison Break foi a melhor série q já ví!!!
é perfeito da 1ª temporada até a 4ª temporada!!!
quem não gostou dani-se...
vá se ferrar...

Caroline disse...

É galera , parece que vcs( que não gostaram das duas últimas temporadas) não são nem a minoria,são a exceção mesmo! pois a série fez muito sucesso em vários países.
Também concordo que a terceira temporada não foi legal, mas a quarta, superou todas as expectativas!!!Claro que achei muito triste, a morte de Scofield no final.
Entretanto, ao observar a mensagem subliminar que o criador da série deixa desde a primeira temporada , entendi e acabei gostando do final.
Já assisti muitas séries inteligentes e envolventes como PB, mas o que mais me cativou foi o fato de um seriado mostrar a dualidade que existe em cada ser humano.
Até mesmo os piores vilões da série conseguiam ter atitudes louváveis, pelo menos uma vez na vida ( dentre inúmeros exemplos, posso citar o episódio em que o T-Bag liberta a filha da Morgan e depois pede para que não a matem, pois tem uma filha pequena).
Para mim, a morte do protagonista trouxe verossimilhança à história, uma vez que ficaria muito longe da realidade se o Michael tivesse o "poder" de livrar todos os que ele ama do sofrimento, de determinado sofrimento ele até conseguiu, porém , teve que fazer escolhas, dentre as quais estava sua própria vida.
Também reparei em uma pequena incoerência no túmulo de Michael, que morreu antes completar 31 anos,o que contradiz a idade da personagem ainda vivo.
Apesar de concordar com algumas coisas que foram ditas neste site, claro, nada é perfeito!Posso dizer que Prison Break foi uma das melhores séries que já assisti. Acho que o criador da série tentou passar uma determinada mensagem, independente do que pensariam a seu respeito, ele termina sua história com a seguinte frase :"Seja a mudança que você quer ver neste mundo".

Édnei Pedroso disse...

Caroline...

Concordo contigo quando fala sobre a mensagem do criador da série, o problema é a forma como a engrenagem se movimenta para passar essa mensagem. As incongruências da 4ª temporada (chegando ao cúmulo do Kellerman virar senador, ignorando as confissões públicas que ele fez na 2ª temporada)dão a nítida impressão da falta de talento dos roteiristas, e de tempo dos produtores em fechar a série com algo melhor. Sei que é uma questão de gosto pessoal (sou meio assim com o seriado 24 horas, que tb tem suas forçações de barra), mas deixando isso um pouco de lado e fazendo um esforço crítico, dá pra notar o quanto as duas primeiras temporadas de Prison Break são infinitamente superiores.;-)

Caroline disse...

Édnei Pedroso...

Falta de talento dos roteiristas???
Será que foi isso mesmo que você quis dizer? Se eles não são talentosos e a série fez o sucesso que fez,em vários países,imagine se eles fossem então!
Para mim, é perfeitamente possível que o Kellerman tenha se tornado senador, exemplos no Brasil é que não faltam,dentre eles Fernando Collor,depois do que aprontou na presidência, no início da década da década de noventa( se eu não estou em enganada, em 1992, na época eu tinha 4 de idade, por isso não lembro de detalhes, apenas do que estudei em sala de aula)foi eleito no Estado em que nasceu,a deputado ou senador,enfim, não me recordo o cargo, a pouco tempo atrás(é claro que os crimes eram outros), mas mesmo assim o povo o reelegeu, sem contar, que ele é conhecido nacionalmente,o que não é o caso do Kellerman(que, se ficou na mídia, foi por pouco tempo).
Portanto, acho a coisa mais comum (não normal) do mundo, ele ter sido eleito senador.
O que eu chamou a minha atenção foi o fato de uma mulher, viúva de alguma vítima dele, ter cuspido em seu rosto e a tristeza e a consciência pesada em sua face por tantos erros que ele cometeu no passado, o que o poder e o status, que ele possuia não podiam apagar.

Édnei Pedroso disse...

Caroline...

Citei que os roteiristas perderam a mão A PARTIR da 3ª temporada. Tanto que a série só fez o sucesso que fez devido à 1ª e a 2ª temporadas (que são excelentes, ao passo que o povo só aguentou o que veio depois justamente por causa delas). Da 3ª em diante, foi só declínio (tanto que a série acabou relativamente "cedo", se comparada a outras séries por aí, que terminam lá pela 7ª, ou mais). Pode acreditar: se Prison Break fosse realmente esta maravilha nos seus últimos momentos, ela ainda estaria no ar (pois o interesse dos estúdios não é contar uma boa história, e sim aproveitar a série financeiramente enquanto der).

Quanto ao Kellerman...um assassino confesso não se elege nos Estados Unidos, isso é fato. Dar o exemplo do Brasil (e dos despaltérios que acontecem aqui)não cabe.

No mais, sugiro que tu faças as distinções e análises por temporadas, pois nenhuma série é um pacote único (sempre haverão temporadas boas e ruins, como é o caso de PB).

Abs.

Anônimo disse...

Carol

Vcs não sabem de nada , porque não viram roteiristas então?
Foi o melhor seriado que assistir, todas temporadas foram ótimas. Só de olhar para aquele olhos azuis do Went, chego a conclusão que foi perfeito.
Não poderia ser melhor.

Édnei Pedroso disse...

Er...Carol, eu SOU roteirista!

Abs.

Anônimo disse...

A pior parte foi o Mahone, com aquela agente......pow......e a Pam que ele amava?

Alvaro disse...

Prison Break, até mesmo pelo título, era fadada a poucas temporadas. Pois a estória era basicamente fugir de um presídio (basta um). Estória baseada no plano genial e muito bem planejado de Michael Scofield (não tinha mais espaço p/ tatuar os planos no corpo p/ outra fuga rs). Apesar de achar a série excelente, não imaginava o que viria na segunda temporada. Superou minhas expectativas, a segunda foi excelente também, apesar de que o título "Prison" começou a sair de contexto. Deveriam ter terminado a série na segunda temporada, com um final feliz para Michael e o irmão dele. Ou no mínimo ter bolado uma história melhor. Fiquei com raiva do rumo que a série tomaria a partir da terceira temporada, tanto é que apesar de achar a série ótima até então, uma das melhores que já vi, não tive a mínima vontade em continuar a assistir. Apesar da revolta, fico feliz por ter mais gente que compartilha da mesma opinião. Abraços.

Édnei Pedroso disse...

Certíssimo em tudo, Álvaro. Se reler os comentários, notará que tem mais gente que compartilha de nossa opinião.

Grande abraço!

Anônimo disse...

Só uma observação: a Sarah (que interpretou a Sara) estava grávida (barriguda) na época das gravações na terceira temporada, por isso consumiram com ela

N i N a disse...

Também to com a Caroline.
A série é ótima, e sempre vai ter um pessoal pra botar defeito. O exemplo do Fernando Collor ela já disse tudo. Se é uma série SOBRE corrupção, por que o Kellerman não poderia virar deputado? Afinal, isso ocorre MUITO no brasil com a inteligência do povo brasileiro.
Aliás, a prisão de Sona, o diretor se baseou no próprio presídio do Carandiru (mais uma vez, no amado brasil, sim e brasil com letra pequena).
Todo mundo que assistiu PB adorou a primeira temporada (e de fato foi melhor do que as outras), ainda assim, acho a série brilhante.
Também fiquei triste com a morte do Scofield, um gênio daqueles morrer daquela forma, foi penoso, antes não tivesse assitido ao filme e pensando que ele morreu de tumor cerebral mesmo, ficaria mais satisfeita ao saber que pelo menos ele chegou a conhecer o filho, PORÉM, a série mais uma vez mostra que NÃO é uma novela das 8 com seus "happy endings".

Édnei Pedroso disse...

Nina e Carol...

Me apontem um, apenas UM assassino confesso que virou senador nos Estados Unidos ou no Brasil, que eu dou o braço a torcer para o destino do Kellerman. Mas não pode ser só corrupto (daí sim, temos muitos e muitos exemplos): tem que ser um homicida transitado em julgado, ok?

Quanto ao restante da série em si, ela vale pelas primeiras temporadas e, agora, por instigar o debate. =)

Anônimo disse...

Às vezes parece que você nem assistiu a série hein?! O nome da namorada de Sucre é Maricruz e não Marissol como você coloca

Anônimo disse...

E afinal a pergunta q n quer calar,onde foi parar o filho de 4 anos de sara???????

Lucas Henrique disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lucas Henrique disse...

Achei muito foda a série. Me emocionei nas cenas da morte do Brad Bellick e do Michael Scofield. Chorei em todas essas cenas e se eu assistir novamente irei chorar novamente. Foi a melhor serie que assisti em toda minha vida. Apesar de algumas inconsistências, gói muito cativante e emocionante. Assisti todos os episódios durante 8 dias, intercalando com meu estágio e faculdade. Teve dias que fiquei 10 horas assistindo. Espero que um dia possa fazer uma história tão boa e com esses atores. Gostei muito do Mahone, Sucre, T-Bag, Scofield, Burrows, Paul Kellerman, entre muitos outros. Quando penso na série já vem em mente o último episodio e fico muito triste por ter terminado. Muito boa a atuação do Wentworth.

Giselly Medeiros disse...

Amo Prison break! é minha série favorita! Concordo que a terceira temporada estragou a série, não gostei. Mas a quarta temporada foi exelente, tirando a confusão do final, né, principalmente sobre Mahone e Pam, não entendi porque ela arrumou outro marido, depois de tudo o que eles passaram. Também não gostei da morte do Scofield. Mas enfim, Prison Break, sem dúvida foi a melhor série que já vi. :)

Tony disse...

Olha, concordo em tudo com o Ednei. Pra mim estava indo tudo muito bem até a parte onde eles encontram o dinheiro escondido por D.B Cooper; partir dali virou pura encheção de linguiça. Aquela idéia de reunir todos no panamá, o T. Bag ficar matando e intimidando pessoas com apenas uma mão quando estava sem arma, o Kellerman virar senador mesmo tendo aprontado tantas peripécias, pra mim foram alguns de tantos pontos negativos na série. Outra coisa que me chamou atenção foi o fato de serem fugitivos federais e não se preocuparem tanto com disfarces, sempre andavam pelas ruas de caras limpas.

Natalie disse...

Discordo de praticamente todas as suas críticas em relação a 3ª e 4ª temporadas. E é muito presunçoso da sua parte achar que a sua opinião é mundial, porque você escreveu o seu texto todo julgando a série como se todos seus questionamentos fossem claramente os questionamentos de todas as outras pessoas. Kellerman virou senador, ok, realmente ele deve ser o primeiro político a ter um passado de crimes. Considerando que você more no Brasil - o que eu não sei, e nem tenho a mínima curiosidade em saber, porque detestei a forma que você escreve e coloca a suas ideias como se você fosse o dono da verdade, principalmente nos comentários -, acredito que deveria estar mais acostumado a criminosos ocupando cargos políticos.

Quanto ao Bellick e ao Mahone, ficou muito claro a forma com a qual eles se identificaram com a história dos irmãos. Eles viram de perto como tudo aquilo era uma conspiração e como eles estavam sofrendo injustamente. Sempre ficou muito claro que a única coisa que o Bellick tinha era o cargo em Fox River - inclusive, ficou explícito quando ele ficou perto de se matar depois da fuga. Não acho que tenha nada de absurdo no fato dele "morrer como herói".

Todas as séries tem incongruências, e eu acho muito difícil que você me mostre alguma que, em todas as suas temporadas, não tenha erros que desagradem os fãs. Diminuir o sucesso ou a qualidade de uma série tão boa quanto Prison Break porque você ficou chateadinho com algumas coisas que não combinaram com o que você imaginava é bem infantil. Mas, é claro que você tem o direito de não gostar. Só não ache que a sua opinião é universal, porque muita gente nesse mundo pensa diferente de você.

Quanto a sua carreira de roteirista, espero que algum dia você consiga fazer alguma coisa tão boa e que faça tanto sucesso quanto Prison Break. ;)

Édnei Pedroso disse...

Natalie...

Alguns indícios (como a temporada 3 ter só 16 episódios ou o seriado acabar na 4ª temporada com um baita hiato de mais de ano na mid season, por exemplo, ou o seriado ter acabado com um filme pra poder fechar sua história) dão conta de que a própria Fox achou que Prison Break já estava morrendo (você não deve saber, mas tudo - com exceção da Coca-Cola - possui um ciclo de vida com uma curva de crescimento, maturação e depois decadência, principalmente em audiovisuais como filmes, seriados, novelas, etc). Mas estes são só indícios lógicos e achismos meus (na verdade é somar dois mais dois, mas daí você também pode achar que é presunção, o que não me faz a menor diferença).

Não diminuí o sucesso de Prison Break, mas posso sim diminuir sua qualidade, afinal, reconheço que até algo bom pode derrapar, mas tenho senso crítico para ver quando algo só desce a ponto de terminar muito mal como PB terminou. Se te falta know-how para analisar uma série boa de verdade, te sugiro que assista Mad Men, The Sopranos, The Wire, ou mesmo Breaking Bad, e veja porque essas series são consideradas divisoras de água na televisão, enquanto Prison Break, embora muito bacana nas suas primeiras temporadas, nunca figurou e nunca figurará em nenhum Top 10 sério de Melhor Série.

Quanto à minha carreira de roteirista, Deus te ouça sobre escrever algo que faça tanto sucesso quanto PB. Já sobre "fazer algo tão bom"...

Por último, mas não menos importante: em nenhum momento eu disse que a opinião do texto é mundial. Ela é minha. Meu blog. Minha visão sobre o assunto. Não gostou? Pode virar as costas e sumir, ou pode vir comentar tranquilamente, mas use do bom senso e de argumentos plausíveis. Argumentar que, só porque existem políticos corruptos, faz sentido o Kellerman virar senador dos Estados Unidos depois de ir na TV confessar que matou um monte de gente é simplesmente idiotice, combinado?

Péricles Nick disse...

Realmente, deveria ter acabado na segunda temporada e ser eternizada como a melhor série de todos os tempos. Mas foram inventar e cagaram na série, que pena.

Rodrigo Fernando Ferreira disse...

Origami de cisne branco para todos lembrarem de que Michael Scofield era mais do que um gênio ou um fugitivo. Era um herói.

LeonardSnart disse...

Texto ridículo. Qualidade decaindo? Humanização dos personagens (como Bellick e T-Bag) foi tachado como erro? Final da 3 temporada ruim, abrupto e tosco? Você sabe que esse final foi BEM melhor roteirizado e planejado do que o Flight da primeira, não sabe? Engraçado você falar dos erros da 2, 3 e 4 temporadas e nem citar os erros da primeira (não conseguiu indentificar ou seus conhecimentos como roteirista falharam nesse dia?) sendo que muitos desses foram corrigidos nas seguintes. Respondendo as dúvidas dos episódios finais: Sim, Lincoln não morre pois os referidos dois episódios não possuem uma linha temporal de dias, e sim de horas. É preciso ser Jack Bauer ou um Bourne para escalar um prédio DAQUELA maneira? Amigo, preste atenção na cena e como supostamente ele chegou lá em cima. "Mesmo que isso signifique uma bala na cabeça de sua esposa"? Se Christina morresse na explosão, quem iria acertar a bala? O agente da Companhia morto pelo agente de Christina? Lincoln fazia parte do plano de troca também, só pra deixar claro. Quando foi que ficou claro que LJ estava no poder do General? Você não acha estranho ele não ter aparecido no final? Questões envolvendo o ator, etc... E mais, LJ já foi feito de refém a terceira temporada inteira, para quê mais uma vez? E não pode-se supor que tentaram pegar ele mas adabaram pegando Sofia que era mais frágil? Use a cabeça, amigo. C-Note fazia parte de um dos twists do episódio final, qual é o problema dele voltar repentinamente na série com uma aparente solução e recrutar Sucre (quem ele deveria recrutar então? Michael e Lincoln que estavam fugindo? T-Bag que estava com o General? Ou Bellick que havia morrido?) Ao trazer um personagem antigo e de pouca importância para trama geral da série que havia encerrado seu ciclo em uma temporada anterior, deve-se ser dado uma função importante ao personagem para não parecer que o mesmo apareceu só por aparecer. No caso, isso ocorreu com o C-Note, Sucre e Kellerman (ficou claro que ele morreu no final da 2 por um acaso? Nem sequer mostrou a morte dele como ocorreu com todos os outros personagens que morreram. Por isso o termo "aparentemente" foi usado no texto de sua pessoa). Qual é o problema dele trabalhar para a ONU? Uma organização intocada pela Companhia. Como o General poderia se precaver do truque "homem aranha" de C-Note e Sucre que fora utilizado por Michael se ele não estava perto da varanda e não era um adivinha? (Como ele iria adivinhar que dois dos 8 de Fox River iriam saber do lobby onde ele estava naquele momento e que iriam entrar escalando assim como Michael?) Sara deixou ele ir sem cuidar do ferimento? O ferimento por acaso foi crítico ou em algum lugar grave do corpo ou o Sr. não percebeu que a Christina desviou o tiro quando fora baleada por Sara e não atingiu o coração/órgão vital? Pam e LJ estando salvos (e nem havia ficado claro se LJ estava mesmo de posse do General na hora da ameça) soa estranho depois do General ser preso? E agora o mais absurdo. Kellerman foi o responsável por simplesmente ratificar tudo a respeito da Companhia no final da 2 temporada e impedir a condenação de dois inocentes. Alegando que fazia o que fazia pensando estar lutando por seu país. Também fora o responsável pelos meios que permitiram a entrega de Scylla as mãos da ONU. Agora com todos os absurdos presentes na série que exigiram o máximo de suspensão de descrença, o Sr. me vem falar que é absurdo o Kellerman se tornar Senador? O homem responsável por desmantelar e desmistificar a Companhia? Amigo, por favor... preste atenção antes de criticar algo. PS: Estranho a principal mensagem da 4 temporada não ter sido citada em seu texto e nem como Kellerman reagiu ao ver a mulher de seu ex-melhor amigo. Da próxima vez, amigo, teça argumentos mais coniventes com a realidade da defesa em questão. Opinião é uma coisa, fato é outra. Não adianta alegar que algo é ruim e decaiu de nível quando os fatos mostram o contrário.

LeonardSnart disse...

Era melhor ter escrito logo que o seu problema com a série foi a mudança de tons entre as temporadas. Alguns simplestemente não se sentem confortáveis quando suas séries buscam mudar e ousar saindo da friendzone e tacham como "queda de nível". O comodismo nem sempre faz bem para a carreira de roteirista, amigo.

Acioneide Farias disse...

Olha eu chegando atrasada, querendo dar meu palpite.
A cena que o Michael é baleado( de raspão, creio), quando Sara atira na sogra, ele leva o tiro no lado esquerdo e chega na outra cena segurando o lado direito. Como "disse" o amigo: ???????.
Brasil ou Estados Unidos ou até planeta Marte a série terminaria bonita na segunda temporada, no máximo na terceira, mas a quarta temporada foi de doer.
Abraços.

gabriel AFG disse...

A quarta temporada foi fantastica, é uma pena ver tanta gente reclamando.

nten disse...

Nossa .tudo de bom.,,,E uma serie ñ vida real caro colega...sabemos q agradar todo mundo e impossivel,...Mais vc tbm deixoua desejar na sua critica..se liga

Fernando Reis disse...

E a 4a temporada inteira sem tatuagem? Prova da lambança e falta de esmero da produção.. troca de lados toda hora, traições inacabável e uma tal de Scylla que se tornou inverossímil.. rsrs Um abraço a todos e que o Scofield também ressuscite! Rsrs

Fernando Reis disse...

E a 4a temporada inteira sem tatuagem? Prova da lambança e falta de esmero da produção.. troca de lados toda hora, traições inacabável e uma tal de Scylla que se tornou inverossímil.. rsrs Um abraço a todos e que o Scofield também ressuscite! Rsrs

Andrew Correa disse...

Ja ta confirmado galera! O fish vai ressucitar ano que vem! hahahhah la vem a quinta temporada!

Tony Gonçalves disse...

É, pois é... 2016 tem mais. Já estou com dó do Scofield; o cara apanhou, perdeu dedos do pé, queimou parte das costas, teve a namorada morta ( por pouco tempo kk), ficou doente e por fim acabou morrendo eletrocutado... Más como desgraça pouca é bobagem, agora pelo visto será ressuscitado pra sofrer um pouquinho mais, hehe! Confesso que estou curioso pra ver como será

Tony Gonçalves disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Suany disse...

Crítica TOTALMENTE sem fundamento. Estás reclamando de uma série incrível, com uma legião tão grande de fãs, que terá uma quinta temporada depois de tanto tempo. Eu ia responder a todos esses seus "argumentos", mas alguém já fez isso em um comentário acima.

kevin silva disse...

A nova temporada em 2016 vem para corrigir esse final que a serie não merecia.assim espero

Anônimo disse...

Eu fico pasmo com essas pessoas que rasgam elogios, principalmente as duas últimas temporadas.
Tudo conspira contra o grupo. Todo mundo está escutando as tramas e repassando a outros. Michael foi preso e quase morte por um objetivo: salvar Lincoln, depois o abandona em diversas situações por quaisquer pessoas. Os maiores criminosos da América andam de cara limpa por todo lado, e qnd vão presos a chave da algema surpreendentementem está ao lado ou não tem guardas escoltando-os. Outros criminosos são presos sem escolta ou atenção alguma e tb fogem. Pessoas que se odviam viram grandes amigos. O grande agente federal que dedicou grande parte da sua vida pela busca da sylla qnd o tem em mãos surpreendentemente resolve trair td e vende-lo. Ridículo. Sinceramente, até uma adolescente pensaria num melhor roteiro. Pra finalizar, no final o principal personagem morre e agora irá "renascer" de forma mirabolante... Ridículo. Chega dar vergonha alheia.

Anny Vitalino disse...

Maravilhoso amei melhor seriado q assisti..So não gostei de Michael morrer um cara que ajudou se sacrificou ter um fim asim sofreu do
começo ao fim pelo menos deixar ele ter um final feliz com a Sara seria perfeito. Mas tirando isso amei

Kaio disse...

Sua critica é uma porcaria, pois foi totalmente voltada ao seu gosto pessoal. Tecnicamente falando, Prision Break manteve QUASE o mesmo nível desde a primeira ate a ultima temporada, nunca foi uma serie genial, tem diversos problemas de roteiro, dialogos, cenas exageradas, incoerencia e atuação. A terceira e a quarta temporada tambem são LEVEMENTE inferiores as duas primeiras nesses pontos que eu citei, mas ainda assim ta longe de ser um desastre. Perdemos a razão quando expomos fervorosamente nossa opiniao, ignorando todas as condutas que uma critica deve seguir, por isso o que voce escreveu foi tudo mimimi. Eu não acho Prision Break a melhor serie do mundo, jamais! Mas com certeza manteve um bom nivel da primeira ate a quarta temporada. Ja fui critico de shows de televisao, e dei as seguintes notas para essa serie no site que trabalhei :

Temporada 1: 8
Temporada 2: 8
Temporada 3: 7
Temporada 4: 7

Como eu disse, não é a melhor serie do mundo, eu sei. Mas o unico desastre aqui, ta na sua opiniao disfarçada como critica. Até.

Anônimo disse...

Concordo com tudo, pensava até que era unanimidade a opinião de que o fim da série eh sofrível, mas tem muita gente que gostou. ��

Alfa Omega disse...

olá, concordo em partes com sua crítica teve sim um declínio, mas as temporadas 3 e 4 são boas de se assistir, qual sua expectativa para a nova?

Anônimo disse...

"T-Bag, o mais ardiloso e odiado dos 8FR, mudou de personalidade e virou um humilde servo do líder negro Lechero (os roteiristas esqueceram completamente do fato de Bagwell ser uma bicha racista)."
Tá bom, os roteiristas podem até ter esquecidos que o Bagwell pode ser uma bicha racista, porém você esqueceu completamente do resto da personalidade dele, ele sempre foi desde o começo da série o tipo de sujeito que fazia de tudo para sair por cima de uma situação ruim, no caso de virar servo do Lechero, ele apenas queria a proteção do Lechero para se aproveitar dele depois(como fez no final da 3 temporada, matando Lechero para ficar com o dinheiro dele e distribuir aos presos para se tornar um tipo de herói de Sona), você falou que ele é uma bicha racista, mas esqueceu completamente que ele é um falso, aproveitador, e que esquece dos próprios valores e do que ele acredita, pra salvar a própria pele.
"Bellick estava abaixo do cu do cachorro, na rabeira de um sistema de castas da penitenciária que não foi sequer explicado."
Como assim não foi explicado? Dentro de Sona simplesmente quem dava ordem era o Lechero, e os presos sobreviviam na medida de quem era mais perigosos, o Bellick podia ser um sujeito um pouco asqueroso, mas tinha muita humanidade nele, ele sempre foi um personagem covarde e ingênuo, tanto que chegou em Sona querendo arrumar amiguinhos e mordomias, algo que naquele lugar era completamente inviável.
"Sucre e Bellick (que saíram de Sona pela porta da frente, logo após T-Bag meter fogo na penitenciária e Michael ter ficado puto da cara de não ter pensado nisso antes)"
Como assim, o Michael não pensou nisso? Pensa bem, o Michael desde a primeira temporada, se queixava todos os momentos se o que ele estava fazendo era certo, se era certo que pra tirar o irmão dele de uma prisão, ele teria que tirar outros sujeitos do naipe do T-Bag, Abruzzi, Haywire, que com certeza fariam barbaridades em liberdade, por isso na fuga da terceira temporada na prisão de Sona ele usou T-Bag, Luchero e Bellick como iscas.
Se ele colocasse fogo na prisão de Sona, não só T-Bag iria escapar, mas inúmeros prisioneiros perigosos também, como ele aceitaria esse peso na consciência? A série tocou nesse ponto inúmeras vezes, e a melhor parte pra retratar isso foi na segunda temporada onde ele foi se confessar para o padre.
Você criticou demais a terceira temporada, mas eu não achei tão ruim assim, com certeza caiu um pouco o nível, ficou bastante cansativo em certos pontos, porém o nível continuou da segunda temporada, acredito que você deveria ter feito uma crítica um pouco mais imparcial, pois senti que você colocou seu lado pessoal nela.




Anônimo disse...

Tô assistindo essa série com meu marido, combinamos de eu escolher uma e ele outra... Quanto arrependimento de ter feito isso! Perda de tempo total! Gostei sim da primeira e segunda temporadas, e lendo esse texto posso ver a explicação pra tanta enrola e forçassão de barra, sem comentar as atuações dos personagens que vão surgindo que também são péssimas!resolvi saber logo como vai terminar pra evitar cada vez mais decepções... E essa realmente foi minha expressão a cada episódio ??????
Se vc tem o mínimo de critérios pra julgar O QUE É uma boa série, vc vai se arrepender com certeza se assistir essa. Não recomendo.

Anônimo disse...

Que alívio! Ainda existem vidas inteligentes na terra!

Unknown disse...

Se toda historia terminasse do jeito que a gente quer não ia ter graça nenhuma. Vocês falam que a série é péssima só porque tem um final diferente do que vocês queriam, isso é ridículo.
Se vocês são tão bons em apontar erros(a maioria sem fundamento) então usem seu talento pra escrever algo que tenha metade da qualidade de PB. A série é ótima (não a só a 1ª ou só a 4ª, más toda a série, porque eu não choro de raiva toda vez que algo não termina como eu espero).

JeffxD disse...

Eu acabei de ver a 4º temporada (sofridamente) e logo fui pesquisar no google resenhas da serie para verificar se foi só eu que achei penoso ter que assistir a terceira e principalmente quarta temporada. Acabei achando esse blog e fiquei impressionado em como tem gente que força a barra pra explicar o inexplicável, como se não bastasse todas as forçações de barra dos roteiristas no melhor estilo "tampa buraco" para tentar explicar as inconsistências da serie. Eu sei que o gosto é de cada um, mas aceitar uma serie de desfechos de merda e plot-twists forçados é demais. Não sei porque o pessoal se apega tanto a uma coisa que passa a nem enxergar os defeitos daquilo e pior tentar justificar cada um deles com uns argumentos mais improváveis que o próprio roteiro kkkkkkk
Queria eu ter parado na segunda temporada pra não me decepcionar, mas sou curioso e quis ver no que ia dar... uma pena.

JeffxD disse...

Ah e esqueci de falar, acredito que a maioria dos que nao gostaram das ultimas temporadas não gostaram por ter acabado de forma diferente do que eles queriam (até porque a gente sempre quer ser surpreendido), mas sim porque todos os desfechos e reviravoltas foram muito mal feitos, inconsistentes e principalmente forçados.

Unknown disse...

Olá boa a noite aqui é Felipe to assistindo essa série no Netflix e muito massa eu gostei muito ainda to assistindo não acabou não to fazendo parte de ser fã deles estou assistindo fuga panamá a troca e massa de mais

Unknown disse...

Olá boa a noite aqui é Felipe to assistindo essa série no Netflix e muito massa eu gostei muito ainda to assistindo não acabou não to fazendo parte de ser fã deles estou assistindo fuga panamá a troca e massa de mais

Tiago de Oliveira Borges disse...

Perfeita Caroline! Parabéns, quem não gostou vai assistir outra série... Será q vai achar alguma perfeita? Ou no mínimo igual a PB?

Tiago de Oliveira Borges disse...

Cara vc deve ser um péssimo roteirista de isso for verdade...kkklk

Tiago de Oliveira Borges disse...

Cara, presta atenção, ficção. Aprenda esta definição. Não é só o Kellerman. Tudo é ficção, então tudo é possível. Daí é gostar ou não gostar.

Anônimo disse...

Mas, da para perceber que o kellerman não morrre no final da 2temporada. O pessoal dele resgata o mesmo.

Guilherme Nascimento disse...

Porra, com certeza devia ter acabado na segunda temporada com um final feliz; ja que depois de tanta merda ter acontecido, finalmente teve um momento de felicidade com Michael, Sara e Lincoln juntos. Isso apesar de Michael ainda ser um condenado. Mas não importal, seria um ótimo final se eles tivessem fugido ali, com aquele barco, mas não, Sara da um tiro naquele cara que não me lembro o nome e a Polícia chega. Mas porque diabo eles não fugiram no barco,carambaaaaa ???
Ahh enfim, pra uma série com tantas cenas bem pensadas, tantas outras cenas banais sem nenhuma explicação!!!

Guilherme Nascimento disse...

Porra, com certeza devia ter acabado na segunda temporada com um final feliz; ja que depois de tanta merda ter acontecido, finalmente teve um momento de felicidade com Michael, Sara e Lincoln juntos. Isso apesar de Michael ainda ser um condenado. Mas não importal, seria um ótimo final se eles tivessem fugido ali, com aquele barco, mas não, Sara da um tiro naquele cara que não me lembro o nome e a Polícia chega. Mas porque diabo eles não fugiram no barco,carambaaaaa ???
Ahh enfim, pra uma série com tantas cenas bem pensadas, tantas outras cenas banais sem nenhuma explicação!!!

Anônimo disse...

Eu poderia simplesmente dizer que essa sua "crítica" é pura opinião SUA ou falar que você escreve como se suas "verdades" fossem universais, mas já falaram isso e você falou em alguns casos que faltavam argumentos. Pois bem... Vamos debater!
Primeiramente, dá pra perceber que como você não gostou muito das 2 últimas temporadas, não prestou tanta atenção assim nelas e escreveu MUITAS coisas erradas:
Foram 13 episódios na 3 temporada (e não 16), Pam era EX-mulher de Mahone, MARICRUZ e não Marissol...
"Deveria acabar na segunda temporada" - Qual o sentido de terminar na segunda temporada? O Michael sempre pesava a consciência quando lembrava de tantas pessoas que morreram por conta da Companhia. Há quem não goste dessa trama, mas a "Companhia" era a explicação para o Burrows ter sido incriminado e para as diversas tentativas e matarem os irmãos. É obvio que era preciso uma temporada para tentar derrubar essa Companhia e foi muito bem explicado sim!
"Burrows foi preso novamente e Michael se entregou pra salvar ele" Burrows foi preso no PANAMÁ! Michael foi reconhecido tentando telefonar para o amigo do pai da Sarah e só descobriu que o Linc estava preso quando falou com o Self.
"Bellick era um nada em SONA e nem foi explicado" Foi explicado SIM! Todos os que se opuseram ao regime de Lechero e eram resistentes quando tentavam roubar as suas carteiras, ficavam a margem da "sociedade" lá.
"Dominic Pursell teve uma atuação fraca e Burrows não fez nada na terceira temporada" Ele interpretou um cara que era explosivo, se metia em confusões, gostava muito da família e que era brutamontes... Acho que fez tudo isso bem! Não é por que temos um personagem mais complexo e inteligente (Scofiled) que o outro era ruim, isso não é avaliação que se faça! Obviamente, Wentworth teve uma atuação acima do padrão realmente. Michael fugiu sozinho de SONA né? Burrows sempre negociou com Gretchen, e fez TUDO no plano de fora, algumas coisas que não foram nem pensadas por Michael.
"Os roteiristas são estagiários" Sempre há alguns pontos que poderiam ser melhor desenvolvidos, e realmente as duas primeiras temporadas são melhores, a terceira é um pouco mais abaixo (até por conta da greve dos roteiristas), mas a série é sucesso mundial e no seu texto que é menor do que um episódio da série, exitem MUITO mais inconsistências. Não concordo com muitas coisas escritas no seu texto e até a forma com que falou, porém, é uma opinião sua e respeito. Mas aqui está a minha pronta para debate.
Uma sugestão: Geralmente quando não gostamos do final de uma série que acompanhamos, é interesse rever, pois algumas coisas que não ficaram claras, passam afazer mais sentido.
Abraço!
Thiago

NEGUIMdDireita disse...

críticas sempre fazem críticas,sempre buscam uma forma de desvalorizar o serviço realizado,uma pena que de nada adianta,todos gostam da serie apesar das críticas nada construtivas,prova disso é eles terem conseguido quase 5 estrelas no netflix

Anônimo disse...

Eu amo a série e já li várias críticas... Mas ainda não vi aqui alguém comentar sobre o episódio 16 da primeira temporada... Neste episódio onde conta a história dos personagens e de como chegaram a Fox River, esquecem que tem um momento q o Michael está no cemitério... Ele plantou o túmulo dele lá, o mesmo q aparece no final da 4 temporada. Ou seja, previsível como ele é, tb planejou a sua morte no caso de precisar sair de cena, e já q a Sara estava grávida e sempre envolvida nos rolos dele, então foi o jeito q ele achou pra q o filho nascesse tranquilo. Ele arquitetou tudo mesmo, a dica é q realmente ele colocou tudo naquela tatoo, prevendo mil e umas coisas q poderiam acontecer. O túmulo fez sentido pra mim q ele realmente não tinha morrido. Resta saber na 5 temporada, como eles vao explicar a família do Michael saber essa localização do túmulo. Enfim vamos aguardar. Que vai ser bom ahh vai!!

Michele de Souza disse...

Para mim é e sempre será a melhor série que já vi... Lógico que sem dúvidas as duas primeiras temporadas foram as melhores, mas isso não quer dizer que as outras foram péssimas... Cada uma teve sua história bacana, na verdade goatei de todas, mesmo que exista muitos erros de roteiro e até mesmo coisas "absurdas" isso não quer dizer nada, pois qual filme, série ou trabalho do tipo não tem erros?... Bom, agora nos resta esperar a 5ª temporada... Pelo que vi no trailer será incrível...

Michele de Souza disse...

Concordo... E prova disso também é o grande público que PB conseguiu...

Anônimo disse...

As duas primeiras temporadas foram tão boas que é o suficiente pra série ser uma das melhores de todos os tempos, é sem dúvidas as série mais popular já feita, o que importa realmente não é opinião de críticos especializados no assunto, e sim na recepção do público em geral que acompanha a série e sua popularidade, e isso o torna independente de opiniões uma das melhores séries já feitas (se não for a melhor), e isso não é que estou falando e sim o público. Mesmo já sendo uma série dá década passada chega ser impressionante a repercussão que tem, e a temporada 5, a Fox foi líder de audiência de todos os canais fechados durante sua estréia (inclusive o Brasil liderou a audiência mundial), sem contar que foram contabilizados milhares de download pela internet, sendo a série mais popular mesmo não estando no seu auge, imagina então se a série estivesse começando os tempos de auge agora, ia ser algo surreal sua popularidade, não há o que discutir em relação ao gosto dá maioria, e isso o torna sem sombra de dúvidas A MELHOR SÉRIE DE TODOS OS TEMPOS.

Anônimo disse...

Muita discussão! Vcs precisam assistir Game Of Thrones!

Anônimo disse...

Não tinha que terminar na segunda temporada, tinha que ter mais umas 20 temporadas. A série é sensacional. Melhor série de todos os tempos. Fala sério. Ahh ou. Vai dormir

Anônimo disse...

Acho que vcs são os únicos que não gostam da série kkkk

Anônimo disse...

Não concordo com nada que vc disse. Eu acho essa série sensacional. Uma das melhores séries que eu já assisti. Não é a toa que ela é sucesso no mundo todo. Agora os detalhes. Sinceramente? Não se prenda aos detalhes, pq senão a série fica chata mesmo. Desliga o bom senso pra assistir. Lembrando que é só uma ficção tá? Não leve tão a sério. Vc queria o que tb né? É óbvio que tudo ali foge à realidade. É óbvio é ficção. Sacou? Ahhh. Vá assistir um documentário no Discovery então. Te catar.
Essa série é maravilhosa. E tenho certeza que vc é uma das poucas pessoas que não gosta dela.

Anônimo disse...

Para de passar vergonha, fica comentando inúmeras besteiras no posto. Não é porque é ficção que pode acontecer qualquer coisa é é aceitável. Existe um roteirista escrevendo a estória, o trabalho dele é ESCREVER a estória, precisa fazer sentido. Como Mark Twain disse: "A diferença entre a verdade e a ficção é que a ficção faz mais sentido.". Se você acha boa uma estória sem sentido, cheio de deus ex-machina tem gosto para tudo mesmo.

Melissa Castro disse...

Ainda não tive tempo de começar a ver a quinta temporada. Mas concordo exatamente com tudo o que o autor da página disse.

Melissa Castro disse...

Ainda não tive tempo de começar a ver a quinta temporada. Mas concordo exatamente com tudo o que o autor da página disse.

Victoria Portela disse...

O povo reclama do não "Final Feliz" da quarta temporada. Provavelmente estão acostumados com novelas mexicanas e filmes da Disney. A quarta temporada se encerrou perfeitamente com a morte inesperada do protagonista e com o maior desejo dele realizado: ter libertado todos que amavam. A crítica a ser feita deveria ser em relação à quinta temporada, que a série retorna e é relatada de forma bem superficial só pra dar um "Final Feliz".

Anônimo disse...

Eu me apaixonei pela Sara